Mina Loka(volume 1)

Maria e Isabela sempre compartilham todos seus problemas, principalmente as decepções amorosas que colecionam a cada ano que passa. Após ambas serem iludidas por seus atuais namorados e levarem um pé na bunda dos galãs, Maria e Isabela se unem para construir um exército de garotas iludidas com um único objetivo, se vingar de seus ex-namorados.
Uma vingança divertida e ao mesmo tempo diabólica de lindas garotas que já foram sensíveis.
esse volume começa com a vingança de Rosa

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Author's note

uma ficção criativa para todas as garotas se divertirem um pouco lendo e esquecer esses caras que não sabem valorizá-las
AA

4. Meu ex se Fu#$?...!!

Isabela estudava psicologia por conta própria, já que ainda não podia cursar faculdade. E seus estudos lhe davam o conhecimento necessário para conhecer alguns comportamentos que identificavam fatores importantes para minha vingança. É claro que ela me passou tudo que aprendeu e me ensinou o comportamento certo que deveria ter.

Uma das coisas que toda menina tem o dever de fazer quando conhece a família de seu namorado, é convence-los de que é uma pessoa de bem. As vezes, é preciso fazer agrados a sogra para ter regalias. O que não pensava, era que essas regalias seriam bem vindas após o fim do namoro. Mesmo após se distanciar deles, os pais de meu ex, continuavam a me ligar, convidando-me para tomar um café em sua casa. Muitas vezes dei desculpas de que estava ocupada, mas desta vez, aceitei o pedido.

Ao chegar na casa deles, me receberam com abraços e beijos, mesmo que fosse falsidade, estava bem vindo no momento. 

- Estava sumida, por onde andava Rosa? - perguntou a velha.

- Estudando, só tive tempo esse mês de férias.

- Você continua linda. 

- Obrigada. - agradecia a velha.

O velho não dizia nada, só nos servia com bolo e café. Enquanto a mãe de Denis, falava até demais.

- E você Rosa, já está namorando?

- Não, ainda né. - provoquei, sorrindo.

- Estou preocupada com meu filho, sinto que ele pode estar fazendo alguma coisa de errado na rua.

- Porque essa desconfiança?

- O comportamento dele está estranho, quando chega da rua, entra correndo pro quarto, não fala com ninguém, e quando lhe chamo para jantar, diz que não está com fome, que já comeu. Mas o que mais me preocupa, é que vive falando em dinheiro, dizendo que quer ser rico e sair daqui.

- Muito estranho, porque quando namorávamos, ele não pensava tanto em dinheiro.

- É isso que me preocupa. Será que poderia me ajudar a descobrir o que está acontecendo com ele?

- Que isso bem, não pode exigir nada de Rosa, eles não estão mais juntos. - abriu a boca, o velho.

- Não estou exigindo, apenas queria que ela me ajudasse.

- É claro que posso ajudar, vou descobrir o que está acontecendo com seu filho.

- Obrigada, você é um anjo. - me abraçou.

Pedi autorização para entrar no quarto de Denis, e se apressei para descobrir alguma coisa antes que ele chegasse. Não existia mais fotos nossa em seus porta retratos, muito menos os presentes que lhe dei. Mas se existia algo que ele não se desapegaria, era a camisa da Seleção Brasileira que lhe dei, autografada por jogadores que eram seus ídolos.

E a camisa se encontrava guardada em uma caixa, onde permanecia dobrada, protegida por um cadeado com senha. O único problema era saber qual a senha, torci pra que fosse a antiga e acertei, o idiota não havia mudado a senha ainda. Abri a caixa e tirei a camisa com cuidado, a colocando em cima da cama, em seguida vasculhei a caixa cheia de papeis de embrulho, e descobri um fundo falso.

Filha da mãe! Ele era mais malandro do que imaginei. Ao tirar o fundo falso, descobri meu potinho de alegria, mais de 20 saquinhos com cocaína. Sabia que era cocaína porque usava drogas e apesar de nunca ter usado essa, conhecia de longe. Não perdi tempo e mostrei para sua mãe, junto com os papeis de contabilidade que definiram seu filho não só como usuário.

A mulher olhava para as drogas junto ao seu marido que colocou a mão no peito, parecendo estar passando mal. Pra completar o show, Denis chegou, indo em direção ao seu quarto, mas foi barrado pelo seu pai que esfregou um saquinho de cocaína em seu nariz.

- O que significa isso Denis?!

Ele me olhava furioso, enquanto só conseguia sorrir, sentindo um enorme prazer pelo que aconteceria em instantes.

 

NOTA DO AUTOR: TODOS DIREITOS AUTORIAIS DESSA HISTÓRIA, RESERVADOS AO AUTOR STEFEN HERMENEGILDO

 

 

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