Cinco casos policiais


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1. Cinco casos policiais

Caso policial nº 1.

Na praça São Sebastião, após um jogo de futebol, encontraram-se um sãopaulino, um corinthiano, um palmeirense e um santista. Meia hora depois, ouviu-se um tiro. Três dos quatro homens que se encontraram na praça São Sebastião correram, em fuga. Dois policiais, cinco minutos depois, à praça São Sebastião chegaram, e encontraram, estirado no chão, um cadáver, o do palmeirense, banhado em sangue.

Quem é o assassino?

Ninguém sabe. A polícia brasileira não solucionou este caso.

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Caso policial nº 2

Às seis horas da manhã de um domingo, um homem, ao caminhar pela rua Dom Pedro II, encontrou, em um poste, pendurado pelo pescoço com uma corda vermelha, um jovem vestido com uma calça azul, sapatos azuis, meias azuis, camisa azul e boné azul.

Quem é o assassino?

Ninguém sabe. A polícia brasileira não solucionou este caso.

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Caso policial nº 3

À noite de uma quarta-feira, em uma cidade pacata do Estado do Rio Grande do Sul, uma idosa octogenária foi, do alto de um viaduto, arremessada para a linha férrea, morrendo dilacerada pelas rodas do trem.

Quem é o assassino?

Ninguém sabe. A polícia brasileira não solucionou este caso.

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Caso policial nº 4.

Uma multidão reuniu-se, a divertir-se, durante a noite, em uma festa regada a bebidas e drogas. Na tarde do dia seguinte, o faxineiro, enquanto removia as pilhas de sujeiras abandonadas pelos festeiros, encontrou, sob uma pilha de latinhas de alumínio, quatro cadáveres, todos de mulheres, todas morenas, todas vestidas com camisa com estampas de personagens de desenhos animados.

Quem é o assassino?

Ninguém sabe. A polícia brasileira não solucionou este caso.

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Caso policial nº 5.

Pessoas alvoroçadas, em São Diego, Califórnia, berravam, esperneavam, assustadas. Espraiou-se o terror. Telefonaram para a delegacia de polícia. Os quatro policiais que rumaram para o local da turbamulta encontraram, na rua, quatro japoneses mortos, todos deitados de barriga para baixo com os pulsos amarrados com finas cordas de fibras.

Quem é o assassino?

Peter McFarlane Crawford, de 27anos, 1,82 de altura, 73,75 quilos, canhoto, de tipo sanguíneo O+, cobrador da Money & Cash, agência de investimentos. Nasceu, no Arizona, no dia 7 de fevereiro de 1989, no New Paradise Hospital, com 3,54 quilos. São genitores seus Harrison Crawford, engenheiro mecânico autônomo e professor de matemática, falecido, em um acidente de trânsito, no dia 16 de janeiro de 2002, e Scarlet Mitchell, médica oftalmologista. É diabético e sofre de transtorno possessivo obsessivo. Cursou o primário na Washington Irving’s School, e engenharia espacial na Universidade de Stanford. Após divorciar-se de Marilyn Foster, enfermeira, transferiu-se para a Pensylvânia, condado em que vive há quatro anos. 

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