Incesto

Não foi sem surpresa que a coroa de quadris largos e seios fartos recebeu a confissão do sobrinho até então tido como inocente. As brincadeiras, os abraços e a velha mania de andar pela casa sem sutiã de repente receberam novos ares. Tudo parecia estranhamente eróticoeinstigante.Sentimentosreprimíveisaosolhosdequalquerumdosdois,mas ninguém censuraria nada naquela tarde quente. Nus, abraçados na cama e se olhando nos olhos nada passaria por suas cabeças que não fosse o próprio prazer, que não fosse o próprio pecado.

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1. Capítulo único

As marcas de expressão no rosto bronzeado representavam muito mais um ponto de interesse do que um motivo de receio. O sentimento materno que as mulheres mais velhas lhe impunham harmonizava perfeitamente com o doce sabor da libertinagem em um sentimento incestuoso e juvenil nutrido ao longo dos anos pela imaginação e por abraços inocentes de em cumprimentos familiares.

Não foi sem surpresa que a coroa de quadris largos e seios fartos recebeu a confissão do sobrinho até então tido como inocente. As brincadeiras, os abraços e a velha mania de andar pela casa sem sutiã de repente receberam novos ares. Tudo parecia estranhamente erótico e instigante. Sentimentos reprimíveis aos olhos de qualquer um dos dois, mas ninguém censuraria nada naquela tarde quente. Nus, abraçados na cama e se olhando nos olhos nada passaria por suas cabeças que não fosse o próprio prazer, que não fosse o próprio pecado.

O desejo suprimido e nutrido, esquecido e relembrado ao longo dos anos pela tia mais nova da família nascera nos primórdios de sua adolescência e, nutrido pela puberdade e pela tendência típica do homem a se voltar ao errado saíra do controle de repente: ver o biquini vermelho já frouxo escorregar acidentalmente até embaixo dos mamilos morenos enquanto a tia subia a escada da piscina em sua casa havia sido o incentivo final. Horas mais tarde, lendo as mensagens eróticas deixadas pelo jovem sobrinho discretamente no celular, experimentou uma série de sensações: depois um susto inicial veio a repulsa, contestada pela carência da vida de solteira em plenos 37 anos e, por último, a reconsideração. Tudo isso terminado pela sensação húmida entre as pernas deu a base necessária ao sustento da luxúria. Desejo pelo carinho e novas experiências puseram em evidência os mamilos por trás da blusa fina de malha. Já havia se decidido. As decisões apartir daí foram relativamente fáceis.

Chamou o sobrinho que estava na varanda sob o pretexto de precisar de ajuda e de usar o computador. As conversas paralelas da família reunida na varanda eram altas o suficiente para disfarçar o som trêmulo da voz e a necessidade estranha de usar o computador do quarto do sobrinho. Pegou em sua mão logo que passaram pela sala e um olhar enquanto os dois andavam bastou para que se dissesse tudo.

Não havia tempo para disfarces ou preliminares. Fechada a porta do quarto ela apenas parou, olhou para o garoto e esperou que ele tomasse a atitude. O suor brilhava sobre a pele e os olhos medrosos se abriam mais ao passo que aumentava o ritmo cardíaco e diminuia a distância entre os dois. Sentiu as mãos do sobrinho passarem pela cintura, apertando uma em cada lado. Tinha receio de beijar na boca, mas bastou que o adolescente começasse pelo pescoço, subindo pela orelha enquanto sua mão direita descia para apertar as ancas fartas. O jeans apertado não foi o suficiente para conter as mãos que iam apertando com força e fome tudo sob a calcinha. Nessas horas, em que o tesão fala mais alto que o pudor, não é tão difícil ceder à carne e uma mordida no lábio inferior foi o único pedido necessário para que ela lhe desse a língua.

As roupas foram as próximas vítimas e não demorou para que sobrinho e tia se vissem nus. Ela por cima, tomando o controle, beijou o corpo malhado do pescoço à virilha, sem nada poupar no caminho. Sentiu o membro quente na mão esquerda, enquanto tocava o próprio sexo com a direita e, em seguida, foi a vez do sobrinho sentir calor. Levou a boca ao pênis devagar, deslizando com cuidado a glande pelo céu até a garganta e voltando pela língua. Chupou da base ao topo num oral silencioso, com gemidos suprimidos pelo receio e pela família.

Tomada pela pressa e pelo tesão, a mulher sobe, beja o sobrinho e, enquanto sente suas mãos apressadas lhe apalpando os dois seios, monta no corpo jovem se se senta suavemente sobre o membro a ponto de ejacular. Não foi preciso muito.

Bastarm um ou dois minutos de movimentos agressivos, porém cuidadosos, de um corpo contra o outro e, ao som das risadas abafadas da família que se divertia a poucos metros dali, sentiu todo o sabor do pecado e da puberdade em uma explosão de gozo juvenil dentro de si. Seu próprio veio em seguida e, gemendo baixinho, baixou os olhos para ver o rosto inocente do sobrinho que, de olhos fechado e sobrancelhas contraídas desfrutava dos prazeres finais e do peso do corpo da tia que se deitava sobre si.

 

 

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