Amor Vermelho

Katherine, uma jovem que já soube desde os seus dois meses de vida o que é sofrer. Foi abandonada por seus pais aos seus dois meses de vida em um orfanato, sem ao menos saber seu nome verdadeiro. E aos seus quatro anos ela foi adotada pelos Stwarts. Sr e a Srª Stwarts antes de adotar Katherine tiveram um filho, Edward Stwart. Após seu aniversário de dezesseis anos foi diagnóstica com uma doença - quase - incurável. Ela teria que passar por uma cirurgia de risco, com pequenas chances de sobreviver - e ela não sobreviveu. Mas o vampiro, Nathan (ex príncipe Irlandes), estava disfarçado de enfermeiro para pegar sangue ao seu clã ouviu de longe os batimentos de Katherine irem parando devagar, uma morte lenta, porém dolorosa. E ao ouvir o coração de Katherine parando e sua alma já sendo levada, Nathan, foi até ela cortando o pulso próprio e derramando seu sangue nos pequenos lábios da menina fazendo seu coração voltar a bater em um pulo, seus pulmões voltaram a se encher de oxigênio e seus

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1. Introdução

Introdução

— Está na hora de cantar o parabéns.

Meg nunca tivera tão feliz em toda sua vida como esteve no aniversário de dezesseis anos da sua filha adotiva. A mulher já havia dado muitas festas de aniversário, inclusive para Edward. Mas nunca estava tão feliz quanto essa. Sua família toda reunida e Katherine pela primeira vez em sua vida sorriu para si, não para mostrar aos outros que estava feliz. Mas sorriu para mostrar a si mesma que ela se sentia feliz ali, de frente para o bolo vendo seus "primos" de sete a nove anos passando o dedo na borda do bolo. Seus "tios" rindo e bebendo cerveja enquanto assistiam televisão no sofá. E seus "pais", um de cada lado da jovem Katherine. E seu "irmão" sorrindo para ela enquanto falava com uma de suas "primas". Por um momento, ela percebeu que toda a tristeza que ela sentiu, foi esquecida, apagada, deletada e outros sinônimos como destas palavras.

Mas toda essa felicidade foi só algo para Katherine se lembrar quando tiver a beira da morte.

E ao soprar as velas Katherine teve uma pequena tontura, mas ignorando olhou para sua "mãe" e lhe agradeceu, por tudo. E logo desmaiou caindo de lado e sendo pegada por seu "pai". Todos que estavam ali presentes pararam o que estavam fazendo e olharam para Katherine desmaiada. O desespero na voz da "mãe" gritando para o chefe das forças armadas que estava em choque olhando a sua "filha" em seus braços. Ele já presenciou muitas mortes enquanto estava na guerra, mas sua "filha" em seus braços foi demais para ele. Ele não conhecia aqueles homens, mas conhecia sua "filha". 

[...]

Katherine ainda estava parada olhando para o médico repetindo as palavras dele na sua cabeça diversas e diversas vezes. "Você terá que fazer uma cirurgia de risco e tem poucas chances de sobreviver".

— Mas — a mulher que antes olhava para sua filha falou olhando para seu marido — e se ela não fizer a cirurgia?

— Irá morrer.

Katherine não aguentando mais o que se passava entre o espaço de quatro paredes se levantou da cadeira apoiando suas minhas mãos na mesa e olhou bem nos olhos do médico.

— Eu não vou morrer, entendeu? — ela gritou com os seus dentes travados para o médico.

— Kat — sua "mãe" coloca sua mão em seu ombro pedindo para a filha se acalmar.

— Não toque em mim.

— Filha se acalme — sua mãe pediu se levantando e ficou em pé ao lado da filha que derramava lágrimas de tristeza enquanto olhava sua mãe.

— Eu não sou sua filha — ela disse com a voz rouca por conta do choro.

Então após dizer tais palavras, Katherine sai da sala não ligando para seu "pai" ou sua "mãe" os chamando. Mas tudo o que rondava sua cabeça era "irá morrer, irá morrer, irá morrer". Ela já sofreu de mais na vida mas nunca chegou desejar a sua própria morte. Não que não já tivesse pensado em se matar algumas vezes por raiva, medo e até tristeza. Mas agora era diferente. Ela morreria e não poderia fazer nada para evitar isso — tem a cirurgia, é claro, mas a cirurgia também é de risco e Katherine tem poucas chances de sobreviver. Se Katherine fizesse a cirurgia, seria a mesma coisa que escolher seu próprio caixão e o cemitério que será enterrada.

Ela saiu do hospital correndo, não ligando para as trovoadas no céu avisando que irá chover brevemente. Ela correu e puxou todo o seu fôlego como se tal ato certificasse que aquilo não era um sonho e sim sua vida real. Ela correu como nunca correu antes em sua vida. Correu até sentir que estava longe de tudo e todos. Nada de pais adotivos, nada de médicos e nada de doenças quase incuráveis. Só árvores.

— Senhor e Senhora Stwarts — o médico falou juntando suas mãos e apoiando-as na mesa — O caso de Katherine é muito delicado. Nós precisares fazer urgentemente um transplante de coração.

— Eu não entendo. Minha filha nunca consumiu nenhum tipo de bebida alcoólica ou droga. Ela nunca saiu de casa, na verdade, somente para ir há escola.

— O caso de sua filha, Sra. Meg — o médico pega uma folha qualquer e uma caneta desenhando o formato de um coração humano — é de genética. Algum membro da família biológica dela deve ter esse problema que transferiu para Katherine através da genética. Aqui está o coração de Katherine, ele inchou de um lado amentando seu tamanho, como um músculo que impede o bombeamento do sangue adequado para o corpo.

— Mas, se o coração dela tem um tamanho a mais que o normal. Como ela nunca sentiu nenhum sintoma?

— Algumas pessoas não representam sintomas e acham que estão bem. Por isso é importante fazer um checape todo ano.

— Então ela terá que fazer o transplante de coração?

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