Amnesia

"mas se o que nós tinhamos era verdadeiro, como podes estar bem?" Luke era anti-social, e não tinha ninguem que gostasse dele, até conhecer Anne uma rapariga com uma personalidade bastante parecida com a sua, mas será que irá perceber? "Eu posso ser frágil como uma boneca de porcelana, mas quando me parto, os meus cacos conseguem magoar"- Anne #luke #5sos

1Likes
0Comentários
3318Views
AA

14. the big problem

(Antes de Tudo quero avisar que este capítulo terá três p.o.v.'s por isso será maior)

P.o.v. Anne

Ainda não consigo acreditar que vou casar com o Calum não é que eu não goste dele mas não gosto dele daquela maneira, porque raio tive de prometer uma coisa destas?

Porque és uma burra atrasada mental que não pensa antes de falar e depois sai merda dessa boca que tens no focinho- uau hoje as vozinhas estão bem dispostas, devem ter dormido muito bem a ouvir as minhas lamúrias.

Hoje os meus pais voltam de Inglaterra e eu e o Luke vamos falar com eles para ver se há alguma coisa que possamos fazer para não ter que casar com o CalPal (era como o chamava quando éramos pequenos e brincávamos de super heróis).

E mais uma vez os meus pensamentos foram interrompidos pelo som da campainha de casa, já começo a pensar que as pessoas não gostam que eu pense, porque realmente quando estou a pensar alguém ter de abrir a porra da boca, mas também não os censuro.

Fui abrir a porta e a Caroline saltou para cima de mim super contente, quem a visse dizia que ela ou estava drogada ou tinha encontrado um unicórnio, ou então encontrou um unicórnio enquanto comia pizza com Mari Joana.

Caroline- "OMG Anne nem sabes o que me aconteceu, eu ontem..."

"Começas-te a namorar com o Ashton, já sei" completei a frase dela e comecei a rir pelos pulos de euforia que está doida dava but okay, pelo menos uma de nós está feliz.

Caroline- "e hoje vamos sair e eu vou precisar da tua ajuda a arranjar-me"

Eu- calm down flor, eu ajudo-te mas ainda é cedo mais a tarde eu ajudo-te a arranjar"

Enquanto falava com a Caroline, ou tentava porque realmente está rapariga quando fica eufórica não liga a nada só pula e grita, a campainha toca e eu abro a porta e Luke estava as mensagens com alguém, agora fiquei curiosa

Claro Cusca como tu és, e insegura porque provavelmente ele deve estar a falar com uma gaja para combinarem algo, uma que o satisfaça- olha fode-te voz, ah espera não podes hahaha Fuck You bitch

"Oi amor chegaste cedo" disse e beijei o meu namorado

Luke- "é que eu tinha saudades tuas babe, e pensei passar por cá para ver se querias ver um filme"

Eu- "bem daqui a um bocado vou ajudar a Caroline a arranjar-se para o encontro com o Ashton" disse olhando para Caroline que continuava eufórica e andava de um lado para o outro na casa, parecia um abelha tosca

Caroline- "deixa estar podes ver o filme com o Luke eu vou para casa e arranjo-me lá"

Eu- "é que nem pensar eu vou ajudar-te, e vou ter de te dar alguns conselhos, Luke não te importas que eu a ajude e depois vemos o filme?" Perguntei ao Luke e ele acenou que sim é provavelmente não fez birra porque ele devia estar muito contente por saber que o Ashton, já gostava de outra pessoa.

Ouvi alguém a entrar em casa e eram os meus pais, eles finalmente voltaram da viajem. olhei para o Luke e vi que este estava nervoso, principalmente porque era agora que íamos ter a conversa.

Eu- "Caroline podes ir para o meu quarto que eu depois vou lá ter?"

Caroline- "claro no problem"

Subiu as escadas e eu e Luke ajudamos os meus pais com as malas

Mãe- "querida que saudades que tinha tuas filhinha" a minha mãe abraçou-me mas eu não pois eu não tive saudades nenhumas deles, devem pensar que sou uma insensível e eu admito eu sou mesmo, porque eu não gosto dos meus pais, quer dizer também não os odeio, mas não me preocupo com eles são-me irrelevantes.

Pai- "e então quem é este rapaz?"

Aproximei-me de Luke e demos as mãos entrelaçando os dedos

"Ele é o Luke, e ele é... bem... o meu namorado" disse com um bocado de receio do que pode-se acontecer, mas eles simplesmente cumprimentaram

Eu- "e então não tem nada para dizer?"

Pai- "não filha, não temos nada para dizer, estou feliz por aproveitares a tua adolescência, enquanto podes"

Mãe- "mas realmente é pena porque pareces ser um bom rapaz"

Eu- "mãe o que raio queres dizer com isso?"

Mãe- "bem quando te fores casar, vais ter de acabar com ele, e eu disse que é pena porque parece ser um bom rapaz"

"Mas mãe eu não vou acabar com ele, eu amo-o, e eu e o Luke queríamos falar com vocês, para ver se podiam cancelar o casamento" disse olhando para Luke que continuava calado encarando o chão e juro que vi uma pequena lágrima cair

Mãe- "mas isso não vai ser possível, os pais do Calum para terem a certeza que nós não cancelaríamos o casamento, fizeram-nos assinar um contrato e não há nada que possamos fazer e filha vais ver que passado um mês te vais esquecer dele, isso é só uma paixoneta de adolescente"

Neste momento apetecia-me bater-lhes até que eles aceitassem cancelar o casamento.

Eu- "mãe tu não podes dizer isso, afinal tu conheceste o pai com a mesma idade que eu, e olhem para vocês, continuam juntos" a minha mãe por momentos encara o chão com uma expressão de culpa e eu não percebia o porque.

mãe- "filha mesmo que quisesse cancelar não posso nós assinamos o contrato, e os pais do Calum são advogados o que não seria fácil"

Não ouvi mais a minha mãe e fui para a rua com o Luke atrás de mim

Luke- "Anne pára, eu amo-te e não vai ser um contrato que nos vai separar"

Eu- "Luke os pais do Calum são uns dos melhores advogados de Austrália, e eu só sei que não me quero casar com 17 anos e com o meu melhor amigo, eu queria que tudo voltasse atrás, posso não me lembrar muito do meu passado, por causa do acidente mas mesmo assim ainda me lembro quando eu, o Calum e o Michael fingíamos ser super heróis e animais fofos, e eu tenho saudades desses tempos em que não tinha de ser obrigada a casar com o meu CalPal"

"Mas que acidente? Tu nunca me contaste sobre um acidente" Luke perguntou com uma expressão que nem eu percebia.

Eu já devia ter falado com o Luke sobre o acidente apesar de não saber muito, mas mesmo assim vou contar

Eu- "bem eu vou-te contar, quando tinha 7 anos eu costumava ter aulas de dança num estúdio a um quarteirão da minha casa, a minha mãe costumava ir-me buscar pelo que contou e houve um dia em que ela estava atrasada, e um senhor que eu não me lembro quem é veio ter comigo e agarrou-me pelo braço, e eu conhecia aquele rosto de algum lado mas eu não me lembro quem é mas tenho a certeza que me era alguma coisa pois ele sabia bastante sobre mim, mas continuando, ele agarrou-me com tanta força e eu tentei contorcer-me para sair do seu aperto e ele tentou tirar-me algo mas eu também não me lembro do que era, mas consegui soltar-me e fugi para o meio da estrada e um carro foi contra mim, e só me lembro de ter acordado numa cama de hospital, e não me lembrava de nada e uma mulher estava com um colar na mão e escondeu-o quando me viu a acordar, e perguntou-me se eu sabia quem ela era e eu logo respondi que não e foi aí que os médicos e a senhora que afinal era a minha mãe explicaram-me que eu estive em coma durante 2 meses e que eu tinha amnesia, mas que provavelmente passaria e iria-me lembrar de algumas coisas mas ouve muitas que eu nunca consegui me lembrar, e fui recuperando algumas coisas mas continuo sem me lembrar de muito e a minha mãe também não me quis contar nada e foi isto que aconteceu" já tinha o meu rosto lavado com lágrimas, porque mesmo parecendo ser uma coisa não muito má porque eu estou bem agora, eu digo não te conseguires lembrar de grande parte da tua infância é uma merda porque toda a gente diz que a nossa infância é a melhor parte das nossas vidas e eu não me lembro de quase só me lembro de tudo a partir dos 13 anos, porque quando tive amnesia, fui perdendo memória até aos 13 e por isso não me lembro de nada de jeito.

Luke vem até mim agarra-me na cintura e puxa-me para ele e beija-me, um beijo calmo mas apaixonado, e por isso estou eternamente grata, pois por agora a única coisa que precisava era de carinho....

...Precisava de amor...

...Precisava do Luke.

////////////////////////////////////////////////////////////////////////

P.o.v. Martha

Tenho estado bastante tempo com o Cameron e tenho de admitir que estou a adorar, mas tenho medo de estarmos a avançar muito depressa e também porque o Cameron é um dos rapazes mais desejados da escola e tenho quase a certeza que se namorássemos as gajas sobretudo a Tiffany, matariam-me,

devem-se perguntar mas a Tiffany não gostava do Luke? Sim mas para dizer verdade ela gosta de todos os gajos giros da escola, e parece que tem algo contra mim, a Caroline e especialmente a Anne, e já estou mesmo a ver quem vai ser o próximo alvo, a Inês uma amiga nossa que tem estado agora mais tempo conosco e ela namora com o Brad Simpson, um rapaz bué querido e popular mas que não liga muito a isso de popularidade e eles ficam lindos juntos mas a Tiffany puta como é vai saltar para a espinha do Brad, mas a Anne ainda a mata se ela fizer algo, porque a Anne adora a Inês e não a quer ver mal de todo.

Estava a passear pelo parque, quando reparo que o Brad e a Inês a fazerem um piquenique, fogo eles ficam tão bem juntos.

Também vi o Michael e ele parecia estranho e sobretudo os rapazes na qual ele estava a falar, uhmmm parece que vou ter de falar com a Anne porque realmente ele anda distante e ele andava sempre conosco, mas depois afastou-se.

Continuava a pensar no que raio se estava a passar com o mikey até que sinto umas mãos na minha cintura e alguém fazer cocigas no pescoço com o nariz

"Oi Martha eu estava aqui a pensar e que tal amanhã nós os dois irmos jantar juntos a um restaurante que eu conheço?" Perguntou o Cameron um bocado envergonhado mas ao mesmo tempo esperançoso.

Eu- "sim acho que sim. bem e tu o que estavas aqui a fazer?" Perguntei para tentar desviar a conversa porque realmente estava bué envergonhada.

Cam- "estava a passear e a tentar ganhar coragem para te convidar" admitiu e pude ver o seu rosto a ficar um bocado vermelho mas tenho a certeza que o meu estava muito mais

O Cameron ia a ir embora e eu também até que sinto o meu braço a ser puxado tal como o resto de mim e senti o Cameron a aproximar-me, estávamos com os rostos muito perto um do outro e ele estava a olhar para os meus lábios e eu para provoca-lo decidi morder o lábio assim de uma forma inocente e senti o Cam a empurrar-me contra a árvore e juntou os nossos lábios. fazíamos movimentos lentos com estes e foram ficando mais rápidos, e ele enquanto me beijava passou a língua pelos meus lábios pedindo permissão para poder entrar, assim que as nossas línguas se tocaram parecia como droga e eu estava adorar cada vez mais e quando ambos ficamos sem ar

separamos-nos com as testas colocadas e ficamos assim mais algum tempo, nem acredito no que aconteceu...

... E ainda por cima eu queria continuar ...

...Queria continuar a sentir a droga que eram os seus lábios fluírem em mim...

...Não queria acabar o beijo.

||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

P.o.v. Caroline

Estava no quarto de Anne a pensar no que vestir e como seria o encontro e dei por mim parada no meio do quarto a navegar na minha imaginação cheia de unicórnios.

Anne- "desculpa Caroline, vamos logo arranjar-te"

"Okay, mas o que é que eu visto? tu sabes que eu odeio vestidos e saias" perguntei receosa que ela me fosse escolher a merda de um vestido

Anne- "então fazemos assim, vais vestir estas skinny jeans pretas e esta camisola de lã branca, que tal? Da-te um estilo elegante sem teres de usar um vestido" sorri, para a roupa que a Anne tinha posto em cima da cama e depois ela foi buscar um colar tipo corrente dorado e uns all stars todos pretos até mesmo na sola.

Fui para a casa de banho e tomei um duche rápido porque eu estava já toda a usar com a ansiedade. acabei o duche e fui-me vestir, depois apareceu Anne com uma mala enorme e um sorriso matreiro na cara, espero que aquilo não seja o que estou a pensar.

"ESTA NA HORA DA MAQUILHAGEM" Anne gritou abrindo a mala

FUCK Anne tu sabes que eu odeio maquilhar-me.

Eu- "non, niet, nine, nicles picles, nepa, no, NÃO, EU NAO ME VOU MAQUILHAR"

Anne- "vá lá só um pouco" ela fez um beicinho e apertou as suas próprias bochechas com as mãos para parecer fofinhas, puta ela sabe que eu adoro lhe apertar as bochechas, pois é chamem-me weirdo mas se vissem aquelas bochechas não resistiam a aperta-las.

Passado um bocado a discutir ela convenceu-me, passou um lápis preto, rímel igualmente preto para realçar o verde dos meus olhos, e passou um batom rosa claro para que não se repara-se muito, é até gostei.

"Vês tas linda, não precisavas de fazer tanta birra" disse Anne com um sorriso vitorioso, camarão só mesmo tu.

####################################################

O Ashton já tinha me vindo buscar e a reação dele quando me viu foi hilariante, juro que vi baba, agora ele estava a conduzir para um sítio que não era muito habitado, tentei descobrir onde íamos mas ele não me respondia, aí o caralho eu vou-te castrar se não me contas Ashton Fletcher Irwin.

Já tínhamos chegado e estávamos num parque abandonado, que estava todo decorado. tinha luzes brancas por todo o lado, nas árvores, nos arbustos e por uma cama de baloiço que la se encontrava, tinha uma mesa com uma rosa e com dois pratos e uma bandeja de prata, tinha uma fonte de deitava água para o lago.

Ele levou-me até a mesa e sentou-se á minha frente.

"E então gostaste?" Perguntou com os nervos a flor da pele

Eu- "se gostei, adorei esta tudo tão lindo" disse e a minha barriga roncou, merda que vergonha, ele sorriu e abriu a bandeja deixando ver que tinha... PIZZA!! OMG ele conhece-me tão bem.

"Desculpa se não é um jantar 5 estrelas mas como sei que tu gostas de pizza eu pensei..." parei-o beijando-o com carinho

"Okay acho que devia falar mais vezes" ele disse e eu sorri que tonto, mas é o meu tonto

Comemos, e quando os dois acabamos sentamo-nos a frente do lago a apreciar as estrelas que se encontravam no reflexo da água e no céu.

Este era o primeiro encontro que eu tinha com Ashton, ou com qualquer outra pessoa, e o nervosismo estava a consumir-me aos poucos.

Desde há umas semanas que ele parece tão... afastado? Eu não sei, desde que descobriu que eu... bem, que eu ainda era virgem, que me trata como se tivesse medo de me tocar, como se um simples beijo me pudesse desfazer em cacos.

Mas eu não quero que ele faça isso. E não quero que ele se afaste, eu quero-o mais perto possível de mim, quero amá-lo e sentir-me amada.

Não vou negar que tenho medo, mas o Ashton é tão amável e tão cuidadoso comigo, eu confio totalmente nele. Eu sei que ele não é o rapaz que aparenta ser na escola e eu sou das poucas que o conhece como ele verdadeiramente é.

Ashton- Estás muito pensativa, Caroline, passa-se algo? - Ele pergunta acariciando os meus cabelos castanhos.

Eu- Não, não se passa nada. Não precisas de te preocupar- Ele segura o meu queixo, fazendo-me olhá-lo directamente nos olhos.

Ashton- Eu podia fingir que acredito nisso, mas não consigo por isso agora devias dizer-me a verdade.

Eu- É que ultimamente parece que tens receio de me beijar ou tocar, parece... Não sei, é estranho, parece que tens medo de mim.

Ashton- É só que é estranho para mim estar com uma rapariga que, pronto, com uma rapariga virgem. Eu tenho medo de ir muito depressa, tenho medo de te magoar e não quero que te sintas obrigada a nada...

Eu- Ashton, eu prometo que quando acontecer não será forçosamente. Se vou estar ansiosa ou com medo? Óbvio que sim, vais estar a tirar-me a virgindade! Mas eu vou estar feliz, eu não te deixaria fazê-lo se fosse de outra maneira, não me sentiria bem. Eu só não quero que te afastes de mim porque eu amo-te e...- Sou interrompida quando um par de lábios se junta aos meus num beijo calmo, no entanto cheio de desejo. Encosto a cabeça no seu peito e fico a olhar para o lago com a fonte.

Estava tudo tão lindo, eu nem acredito que ele teve este trabalho todo por mim, eu amo-o tanto...

Oiço o ruído do seu telemóvel a ser desbloqueado. O meu sorriso desfalece, a sério que ele ia estar no telemóvel durante o nosso encontro?

Ele levanta-se e eu permaneço sentada a olhar para ele. O telemóvel estava agora pousado sobre a relva macia e transmitia uma melodia calma.

Ashton- Caroline, dá-me a honra desta dança? - A sua mão esticada para mim, pronta a puxar-me para junto de si ao levantar-me.

Sei que corei pois sentia a minhas bochechas a escaldar. Eu não tenho jeito para dançar, nunca tive.

Eu- A-Ashton, eu não sei dançar.- Ele sorria de uma forma adorável, mostrando as covinhas que me deixavam derretida. Baixou-se para pegar nas minhas mãos.

Ashton- Não faz mal, eu ensino-te. - Uniu os nossos lábios num beijo rápido e puxou-me para cima.

Ashton aproximou os nossos corpos e senti a sua mão na minha cintura, o que me provocou um arrepio. O meu olhar fixo no chão, eu estava demasiado envergonhada. Nunca ninguém fizera nada parecido para mim, isto era tudo tão surreal.

Ashton- Caroline? - Levantei a cabeça para ele. - Eu provavelmente já mencionei o quão adorável tu ficas quando estás envergonhada por isso peço-te por Deus que pares com isso porque eu assim não vou aguentar.- Olhei-o com uma expressão confusa e os seus lábios arqueiam-se num sorriso perverso.

Ashton- És sem dúvida virgem.

Percebo subitamente o que ele queria dizer e volto a encarar o chão, sentindo o rubor nas minhas bochechas aumentar novamente.

Sinto os seus braços fortes rodearem o meu corpo e um beijo nos cabelos. Enterro a cabeça no seu peito e deixo-me ficar ali, no conforto do seu abraço. Quem me dera poder ficar assim com ele para sempre.

Ashton- Vamos dançar agora?- Acenei timidamente com a cabeça. Ashton começou a explicar-me o a dança, dando pequenos passos enquanto eu apenas conseguia olhar os nossos pés.

Após largos minutos, Ashton tinha-se finalmente tornado a primeira pessoa no mundo a conseguir pôr-me a dançar decentemente, ou pelo menos de uma maneira razoável.

Ashton- Vês? Não é assim tão difícil!-Sabia que ele sorria, mesmo não estando a olhar para ele.

O Ashton esforçava-se tanto para me ver feliz, eu nunca senti que alguém gostasse realmente de mim desta maneira, mas o Ashton... Ele era simplesmente perfeito e eu sentia que ele gostava mesmo de mim.

Os meus pensamentos são interrompidos quando sinto o meu corpo desequilibrar-se e embater contra a cama de baloiço que havia no jardim.

O meu namorado caíra por cima de mim e o seu rosto estava a uns míseros 3 centímetros do meu. Os seus olhos castanhos-claros fixos nos meus.

Desvio o rosto, envergonhada, e ele beija-me a bochecha, seguindo então para o meu pescoço, formando um trilho de beijos doces. Sinto-o chupar a minha pele sensível e gemo baixo.

Ashton- Lembras-te quando te disse que se continuasses envergonhada, eu não aguentaria?- Ele fala contra o meu pescoço, fazendo pequenas pausas para continuar com os beijos.

Murmuro um 'Sim' entre os suspiros que o seu toque me provoca. A sua mão envolve o meu pulso, dirigindo os meus dedos até à semi-erecção debaixo dos seus calções.

Ashton- Eu não teria feito este esforço para aguentar desde então se fosse outra pessoa, mas por ti... - Faz uma pausa para me olhar nos olhos, antes de depositar um beijo calmo nos meus lábios. - Por ti eu aguento o que for preciso, só quero que te sintas bem.

A sua respiração contra a minha face, enquanto as nossas testas permaneciam coladas.

Um arrepio percorreu todo o meu corpo e nesse momento eu tinha a certeza que era isso que queria.

Eu- Ashton, tu não tens de aguentar mais... Tu podes...- Primeiro, confusão, em seguida, perplexidade. Mas no fundo era possível ver o brilho de excitação no seu olhar.

Ashton- Caroline, tu tens a certeza disso? Não é que eu não queira, o que eu quero dizer é... Tu queres mesmo fazer isto? Não foi por causa do que eu disse? É que eu não quero obrigar-te a nada, eu só quero que o faças quando te sentires pronta.

Eu- Então vamos fazê-lo agora.- Um sorriso perverso, mas de pura felicidade toma-lhe o rosto. Os seus lábios colidem com os meus, formando um beijo apaixonado que faz o meu corpo transbordar electricidade.

As suas mãos percorrem o meu corpo, desde o meu peito até ao meu rabo, que ele aperta com força, fazendo-me gemer contra os seus lábios. Enrolo as minhas pernas à sua volta e ele pega-me ao colo, sem nunca quebrar o beijo.

Começo por retirar a sua camisola, atirando-a algures para o meio da relva. Passo as mãos pelo seu tronco definido, acariciando cada centímetro da sua pele. Oiço-o gemer entredentes e sinto os seus dedos longos apertarem o meu rabo, fazendo-me gemer de igual modo.

Ashton- Gostas? - Ele sussurra antes de morder levemente o lóbulo da minha orelha. Solto um suspiro como resposta e ele posa-me sobre a cama. Os seus dedos deslizam pelas minhas costas, por baixo do tecido grosso da camisola de lã, desapertando o fecho do meu sutiã.

As mãos ágeis de Ashton rapidamente se livram das peças que cobriam o meu tronco e os seus olhos percorrem o meu corpo, detendo-se nos meus seios.

O rapaz deita-me sobre o colchão fino e ajoelha-se entre as minhas pernas. Os seus dedos desenham linhas imaginárias por todo o meu tronco.

Sinto uma das suas mãos apalpar-me o peito e todo o meu corpo se arrepia quando sinto a sua boca chupar a pele perto do mamilo. Deixo um gemido escapar.

Eu- A-Ashton...- Procuro desesperadamente pelo botão dos seus jeans. Ashton ajuda-me com as calças e rapidamente estávamos ambos apenas de roupa interior.

Naquele momento, as nossas peças de roupa interior íntima eram a única coisa que me separava do seu toque.

Estiquei-me para retirar a Ashton os boxers pretos que estavam, provavelmente, a sufoca-lo devido à sua erecção volumosa.

Ashton suspira quando os meu dedos tocam o seu membro de raspão, ao retirar-lhe os boxers. O seu pénis erecto saltou assim que se livro do tecido apertado.

Ashton- Eu quero ter a certeza que é isto que tu queres.- Beijo-o. Ele era demasiado querido para ser real, eu amava-o tanto.

As minhas cuecas são separadas de mim num gesto súbito e estou agora completamente exposta. Os seus olhos castanhos contemplam cada centímetro de mim, enquanto eu faço o mesmo com ele.

Ashton- Tu és linda, sabias?

Eu- E tu não deves caber.- Ele solta uma gargalhada.

Ashton- Oh Caroline... Eu vou foder-te tão bem.

Pegou nas calças caídas no chão e tirou do bolso de trás um preservativo. Olho para ele desconfiada.

Eu- Tu vieste para cá com a intenção de me foder numa cama de jardim?

Ashton- Não exatamente, é mais o hábito de andar sempre com um.

Eu- Quando foi a última vez que foi útil andares com um?

Ashton- Dois dias antes de te conhecer.

Corei. Ashton não tinha estado com mais ninguém desde que me conhecera e isso deixava-me genuinamente feliz.

Ashton- Posso?- Acenei a medo. Ashton colocou o preservativo e afastou as minhas pernas.

Ashton- Pronta? - balbuciei um sim. - Com calma, um, dois... três.

Ashton penetrou-me lentamente.

Eu gritei.

Aquilo doía e muito. As suas estocadas eram firmes mas calmas. O beijo que trocávamos, uma tentativa de me distrair da dor. Ashton efectuava pequenos movimentos de vaivém enquanto eu gemia para a sua boca.

Senti-o acelerar os movimentos. Eu não aguentava, não por muito tempo.

Eu- Foda-se, Ashton!- Foi a única coisa que disse quando senti o orgasmo chegar até mim.

Ashton- Caralho, Caroline!- Um líquido quente invadiu-me e um peso morto caiu sobre mim. Soube que o meu namorado tinha acabado de alcançar, também ele, o orgasmo.

Ashton saiu de dentro de mim lentamente e rebolou para o meu lado.

Por alguns minutos, as nossas respirações aceleradas foram a única coisa que eu era capaz de ouvir.

Ashton- Estás bem?

Eu- Aquilo dói para caralho, sabes?

Ashton- Mais ou menos, nunca senti.

Eu- De certeza que já sentiste, eu sei que no fundo és gay.

Ele riu-se e puxou-me para si num abraço aconchegante. Encostei a cabeça no seu peito. Ser envolvida no conforto dos seus braços era o que tornava tudo isto real. Era isso que me fazia perceber que tudo era real, que havia realmente alguém que me amava daquela maneira intensa que só ele sabe amar.

Eu- Amo-te, Ashton Irwin.

Ashton- Eu amo-te, Caroline Stevens, mais do que possas imaginar.

"O amor muitas vezes acaba, mas não acontece em todos. as vezes o amor é tão forte que dura mais tempo que nós e por isso é que devemos aproveitar... o amor não cai do céu... mas secalhar encontramos amor onde nós estamos... o amor tem um destino, e esse destino... é pertencer a alguém" - vozes

Oi pessoas

Desculpem outra vez por ter demorado tanto mas para recompensar pus um capítulo maior.

Também quero agradecer a toxic-tomlinson por ter escrito o encontro do Ashton e da Caroline, muito obrigada ficou perfeito na minha opinião.

Agora a sério o que será que o medalhão tem de tão importante?

Porque raio a mãe da Anne ficou mal quando a Anne falou do relacionamento do pai e da mãe dela?

E como será o encontro da Martha com o Cameron?

O que Luke e Anne farão para cancelarem o casamento?

E temos uma amiga nova a Inês que pelo que parece tem um namorado lindo o Brad, mas porque sinto que vai haver coisa com a Tiffany bem secalhar até nem vai acontecer nada.

A CAROLINE E O ASHTON FUDERAM OU FIZERAM AMOR o que vocês preferirem

E A CAROLINE PERDEU A VIRGINIDADE, SINTO QUE VÃO TODOS PARA O INFERNO COM QUE ANDAM A FAZER... AÍ AÍ CAROLINE, just kidding

"a parte hot deste capítulo foi escrita pela toxic-tomlinson e ela pediu para deixar esta nota para vocês"

Bem é tudo por agora

ILY❤️

Join MovellasFind out what all the buzz is about. Join now to start sharing your creativity and passion
Loading ...