BEST FRIEND - O tempo não apaga - Season 2

SINOPSE

As vezes o destino é cruel, magoa, faz sofrer, nos afasta de quem amamos, mas assim como ele é cruel, ele também pode ser bom e nos dar uma segunda chance, pra consertarmos os erros do passado.
Será que amigos podem ter uma segunda chance? Será que depois de algum tempo, depois de adultos, Harry, Lucas, Gabriela, Luan, Bruna e Marcela, poderão ser amigos de novo? E os sentimentos e magoas do passado? Realmente foram esquecidos e superados ou foram só guardados no fundo da alma e a qualquer momento podem vir a tona?
Depois de sete anos, esses seis amigos vão se reencontrar de novo, mas será que é porque sentem falta da amizade que tinham ou por causa de um segredo em comum...?


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4. CAPÍTULO 4

LUAN...

 

Tava na jabuticaba de boa, quando do nada apareceu, apareceu um motoqueiro, ele vinha na maior velocidade, bateu no meu retrovisor que arrancou, quase morri de susto, achei que o carro ia bater com a moto, ele acelerou e nem parou pra pedir desculpas, isso me deu raiva então acelerei atrás dele. Filho de uma p***, estraga o carro dos outros e não para nem pra pedir desculpas.

Forcei o motor da jabuticaba, iria alcançar ele. O cara era tão burro que olho pra trás e a moto derrapou e ele caiu.

Parei a jabuticaba e desci, corri até ele, que se mexia devagar no chão. Levantei a cabeça dele devagar e tirei o capacete, me surpreendi com o que vi...

Era uma mulher, muito linda por sinal, não me admira que tivesse causado tamanho estrago.

Era falava coisas sem sentido, mas logo em seguida desmaiou, peguei ela no colo, sei que não é o procedimento correto a se fazer, mas a levei pro carro, deitei ela no banco e fechei a porta, vou leva – lá ao hospital. Fui até a moto, peguei a chaves, entrei na jabuticaba, dei a ré e fui pra cidade.

Quando cheguei no hospital, colocaram ela na maca e levaram pra ser  atendida. Fui chamado ao balcão da recepção, quando cheguei lá, a moça me pediu os dados dela, mas eu disse que não sabia, contei o que houve pra ela e disse que tentaria entrar em contato com algum parente dela. Quando ela foi levada, me entregaram o celular dela. Droga, tinha senha pra entrar, mas ao lado tinha emergência, e um dos números, era de alguém que eu acho que era o namorado dela. Disquei o numero e começou a chamar, depois de três tentativas, a pessoa atendeu, era a voz de um homem, parecia meio sonolento.

- Alô – falei

- Alô, quem ta falando? – ele pergunta confuso.

- Oi, sua namorada ta no hospital Santa Maria, ela sofreu um pequeno acidente e eu to ligando pra avisar.

- Como assim sofre um acidente? Cadê ela? Me deixa falar com ela.

- Ela ta sendo examinada. – mas parece que só sofreu alguns arranhões.

- Me da o endereço que estou indo agora pro hospital.

- Ok. – passei o há endereço pra ele e depois desliguei.

Fiquei esperando noticias. Tomara que ela não tenha fraturado nada.

 

HARRY...

 

Fiquei meio assustado com aquela noticia, fui me levantar rápido e acabei caindo da cama, ainda tava meio tonto, me levantei e troquei de roupa. Desci e peguei um taxi, meia hora depois, eu estava dentro do hospital.

Corri ate o balcão de informação e me disseram que ela estava bem e fora de risco, só tinha tido alguns arranhados.

Um cara se aproximou de mim, acho que foi ele que me ligou.

- Oi, você é o namorado da moça que sofreu o acidente? – ele me pergunta.

- Sou sim. Foi você quem me ligou?

- Foi sim. Eu que prestei os primeiros socorros a ela.

- Ah ta, muito obrigado cara, por ajudar ela.

- Tudo bem, não foi nada demais.

Logo algumas meninas começam a me cercar, droga, esqueci de me disfarçar, atendi todas que pude, logo alguns enfermeiros me levaram pra uma sala isolada, junto com o cara que socorreu a Marcela, parece que ele também é famoso por aqui.

- Nossa, elas quase me rasgaram rs. – falei sorrindo.

- Você é cantor que vinha pra ca com a namorada né? Você canta em uma Boy band.

- Sou eu mesmo. Você também é bem famoso por aqui né?

- Sou cantor. Há uns seis anos.

- Percebi, as meninas ficaram doidas quando te viram.

- Nem nos apresentamos né? – Ele fala sorrindo.

- Verdade – falei – Prazer meu nome é Harry...

- Harry? Harry de que?

- Harry Styles. – falei.

- Harry Styles? – ele perguntava feito um papagaio e me olhando estranho.

Quando eu ia falar, a Marcela entrou na sala acompanhada de um enfermeiro.

Corri até ela e abracei.

- Que susto você me deu. – nunca mais  faz isso.

- Ai não me aperta, to dolorida. – ela fala fazendo careta.

- Quando a gente chegar, vamos conversar direitinho, ouviu mocinha? – falei bravo.

- Não era pra ter acontecido, eu só queria me divertir... – ela falou.

- Arriscando a vida? – perguntei bravo.

- Sorry... – Ela disse de cabeça baixa.

- Esse cara aqui que te socorreu. – falei apontando pro cara.

- Ah obrigada e desculpa pelo retrovisor que eu quebrei. – ela falou.

- como assim? Que retrovisor? – perguntei.

- Depois te conto e eu vou pagar o seu retrovisor. – ele olhava pra ela de um jeito estranho.

- Não... Não precisa pagar. – ele fala gaguejando.

- Você não falou seu nome – disse.

- Luan... Luan Santana. Mas você me conhece como Luan, ou gordo ou feio.

Fiquei meio sem entender e depois a ficha caiu... era o Luan... O Luan que estudou comigo, que fez parte do mesmo grupo de amizade que eu...

- Cara, é você mesmo? Não to acreditando... – falei surpreso...

- Dá pra vocês me explicar o que ta acontecendo? – Marcela falou indecisa.

Ele olhou pra mim e eu fiz que sim, com o olhar, ele perguntou se era a Marcela...

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