When Love Comes Around | h.s.

Aster Duchassel sempre foi fissurada em histórias românticas e sonhadoras. Não é surpresa que logo ela decidiu seguir seus sonhos: 1 - casar com seu primeiro amor, Thomas Brams; 2 - e, por fim, escrever um romance de sucesso baseado em sua própria experiência. Quando sua autora preferida, Hayley Mcconell, some do mapa deixando para trás apenas uma lista de "O que fazer para perceber quando o amor aparece(sem corações quebrados)" em seu blog, Aster se vê tentada a completar cada item dessa lista ao lado de seu amado e assim escrever o seu conto de fadas. Mas como nem tudo são flores, seu pai acabou de se casar novamente, decidiu mudar-se para o outro extremo do país e Aster é forçada a finalmente conhecer e dividir o mesmo teto com seu meio irmão, Harry Styles. "So I took him by the hand And said 'hey there my friend' Would you like to take a walk around with me?" Criada em :23/10/2015

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3. Capítulo 2 - O Bom Filho A Casa Torna


 

“Ficar longe de Brennel era o pior castigo que eu poderia ter recebido. Ficar presa do outro lado do reino por causa das alianças políticas era demais.

 

Meu pai já havia prometido minha mão a Brennel e que ele pensaria a respeito sobre deixar que eu viajasse para visita-lo. Particularmente, eu achava que o seu receio não era a viagem em si, mas o que aconteceria se eu e Brennel ficássemos sozinhos.”

“Asty, ele chegou.” Meu pai abriu lentamente a porta do meu quarto e eu parei de usar minha máquina de escrever.

“Estava animada com essa chegada.” eu revirei os olhos, suspirei fundo e senti as mãos do meu pai sobre os meus ombros.

“Aposto que ele está animado para te conhecer.” ele disse e nós rimos.

“Aposto que sim” eu me levantei ficando de frente para o Sr. Duchassel.

“Como está o andamento do futuro livro mais vendido dos Estados Unidos?” meu pai apontou para a máquina de escrever.

“Ainda estou no começo, mas estou confiante” eu ajeitei a gola da sua camiseta branca e ele segurou o pingente do meu colar que tinha o meu nome.

O último presente que eu recebi da minha mãe quando eu tinha 9 anos.

“Onde ela estiver, ela está orgulhosa de você.” ele sorriu e eu assenti com a cabeça.

“De você também” papai me deu um beijo na testa e se virou em direção a porta.

“Seja simpática” ele disse antes de sair do quarto.

“Simpatia é o meu segundo nome” gritei de volta.

Eu me olhei no espelho.

Meus cabelos pretos estavam presos num rabo de cavalo, como sempre. Minha franja que cobria metade do meu rosto precisava urgentemente de um corte, pois daqui a pouco eu não enxergaria nada. Também como sempre, meus óculos quadrados estavam lá, apesar de eu ter lentes a minha disposição, eles ainda eram os meus queridinhos.

Eu arrumei as mangas da minha blusa e tirei a poeira inexistente da minha calça jeans. Fazia parte da minha mania de protelar.

No meio da escada pude ouvir risadas e já conseguia ver Anne, minha madrasta, abraçando uma figura alta.

“Na Inglaterra estava bem mais frio do que aqui.” uma voz desconhecida comentou.

Alcancei o fim da escada e Anne foi a primeira a me ver:

“Aster, esse é meu filho Harry” meu pai tinha um sorriso largo quando ele passou o braço pelo meu ombro.

Eu me arrisquei a olhar para o mais novo morador da casa.

Droga, eu podia sentir meu rosto esquentar. Tom disse que eu sempre coro perto de garotos bonitos, e eu acho que ele tinha razão.

“Prazer.” Eu pisquei saindo do meu transe e percebi que ele já tinha estendido a mão para me cumprimentar. Eu torcia para que não tivesse o encarado por muito tempo, caso contrário seria bem constrangedor para mim.

“O prazer é meu. Sou Aster” eu apertei sua mão rapidamente torcendo para que ele não percebesse nem a umidade na minha mão, nem que eu estava evitando olhá-lo nos olhos.

“É, eu sei” eu arrisquei olhar em sua direção e ele tinha uma expressão convencida em seu rosto. Respirei fundo. Deveria ser o fuso horário.

*******************

“Você não vai precisar pagar muita coisa, eu tenho minhas economias” eu sentei no balcão da cozinha com uma maçã na mão.

Meu pai estava lavando a louça e Harry fingia mexer no celular.

Desde o dia anterior ele havia deixado bem claro que não estava ali para ter um relacionamento pacífico.

Tudo começou quando ele descobriu que o seu antigo quarto agora era meu.

Eu estava lendo quando alguém rompeu pela porta:

“Ah, que maravilha! Perdi meu quarto também.” Harry disse soltando suas bagagens no chão.

“Eu falei que não queria roubar o quarto de ninguém. Sua mãe insistiu para que eu ficasse aqui. Ela disse que você não voltaria” eu olhei rapidamente para ele que estava de costas para mim observando a nova decoração do quarto.

“Foi o que eu disse a ela, mas algo me fez voltar” sua voz parecia muito menos acusatória do que um minuto atrás. “Enfim, onde estão as minhas coisas?” sua postura prepotente voltou e eu apenas apontei para o armário no canto do quarto.

“É lógico que enfiariam minhas coisas de qualquer jeito em algum lugar” ele disse num murmúrio, eu suspirei e levantei da cama para guardar meu livro. Seria impossível continuar lendo com Harry saindo e entrando resmungando do “meu quarto” e isso estava me dando nos nervos.

“Olha, se você for ficar entrando e saindo daqui toda hora é melhor eu falar com sua mãe e nós trocamos de quarto. Eu estou tentando ter uma convivência aceitável com você apenas porque Anne é um amor, diferentemente de você” meu tom de voz era firme e isso o deixou surpreso.

“Eu não quero trocar de quarto, apenas acho que se vocês sabiam que eu estava vindo poderiam ter deixado o outro quarto, pelo menos, com as minhas coisas.” Ele deu um passo em minha direção, mas eu não me intimidei e fiz o mesmo em sua direção.

“Ninguém aqui é seu empregado. Você é um mimado que não aceitou a sua mãe agarrar a chance de ser feliz e foi embora por pura birra. Não tenho ideia por que raios você voltou” a cada palavra que ele assimilava seu corpo parecia ganhar uma nova onda de raiva. Ele deu passos largos até que ficassem apenas alguns centímetros vazios entre nós.

Droga. Ele era alto.

“A porra dessa casa nem é sua e você está querendo ter algum tipo de autoridade?” ele gritou e eu estremeci levemente. “É isso mesmo que eu ouvi?”

Nesse instante a porta do quarto se abriu e Anne entrou seguida de meu pai:

“O que está acontecendo aqui?” Anne disse séria e eu ajeitei meus óculos enquanto me afastava do idiota que estava na minha frente.

“É uma pena dizer isso, mas acho que o seu filho deveria ter absorvido mais a educação que a senhora certamente deu a ele.” Eu dei de ombros e peguei novamente o meu livro. Percebi que Harry abria e fechava a boca repetidamente, mas eu não estava nem aí. Meu pai tentou tocar meu ombro, mas eu desviei passando pela porta do quarto o mais rápido que eu pude.

No jardim da casa tinha uma árvore enorme com uma rede sob sua sombra. Perfeito.

Não sei por quanto tempo fiquei ali, mas quando ouvi alguém chamando meu nome já era noite.

Espreguicei-me ainda de olhos fechados e quase caí da rede quando reparei quem estava ali.

“O que você quer?” eu perguntei curta e grossa.

“Boa noite para você também. Seu pai pediu para te chamar.” Sua voz parecia muito mais agradável sem aquela pose metida, mas eu não cairia nessa novamente.

Eu levantei o mais rápido que eu pude e passei por ele que mexia distraidamente no celular.

“Aster!” ele me chamou novamente e eu me virei novamente sem um pingo de vontade. “Hm, desculpa por hoje mais cedo, é só que...” ele respirou fundo. “Eu não assimilei ainda que minha mãe tem uma nova família.”

“Tudo bem.” Eu deu de ombros tentando parecer indiferente mas eu sabia que eu tentaria pegar mais leve com ele.

“Prazer, Harry” ele estendeu a mão com um sorriso que mostrava os seus dentes brancos e acabou arrancando um sorriso meu igualmente aberto.

“Prazer, Aster.”

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