Amor sem escalas

Beatriz Albuquerque e uma moça de uma beleza invejável e muito carismática perdeu seus pais ainda nova e desde então começou a viver com os seus tios eles são ambiciosas e frios fazem qualquer coisa para poder sustentar a vida de luxo que eles levam, Beatriz cursa medicina sempre sonhou em se tornar uma médica renomada está cursando o último ano da faculdade e depois irá trabalhar em nova york cidade nova,vida nova era isso que ela tinha em mente mesmo longe de tudo seus problemas ainda insistem em persegui-las, mais ela não esperava que o destino podia lhe pregar uma peça. Luiz bacci e um renomeado jornalista e âncora chefe de um telejornal ,ele é frio mais ele não é frio por que ele quer é frio porque o destino o tornou assim, depois de um grave acidente ele perdeu as pessoas que mais amava sua mulher e sua filha, ele nunca se perdoou por ter deixado elas morrem,então ele usa as mulheres e as joga fora e tudo questão de prazer ele dá oque elas querem e vai embora, mais tudo muda depois que uma certa moça loira de olhos azuis cruza o caminho dele.sera que ele dará mais uma chance ao amor? Segredos serão revelados, mais a questão e,será que o amor é capaz de superar tudo ?

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8. capitulo 7

P.O.V: Beatriz Albuquerque

Estou atendendo meu ultimo paciente de hoje, tive poucos pacientes então posso ir embora mais cedo, quando estou quase indo embora a enfermeira aparece e disse que tenho mais um paciente e que ele so que ser atendido por mim digo para ela deixar o paciente entrar visto me jaleco novamente, quando me viro para ver o paciente e Hernesto ele se diz apaixonado por mim e inventa qualquer coisa para poder me ver respiro e inspiro em forma de me manter calma.

-oque o senhor tem dessa vez. Digo colocando minha mão na cintura o observando.

-não estou brincando doutora, agora é serio.

-Ok Hernesto, oque você tem? Digo o examinando mais está tudo bem com ele então ele leva a minha mão até o seu peito.

-está sentindo como meu coração está batendo forte doutora? Apenas aceno com a cabeça

-eu estou sofrendo de uma doença muito comum, a doença do amor. Logo tiro minha mão do peito dele,e inspiro e respiro para não perder a paciência que já está acabando.

-va embora Hernesto, quantas vezes já disse que você não pode vim até o meu consultório?tem pessoas nesse hospital realmente doente. Digo tirando meu jaleco e o acompanho até a saída do meu consultório.

-está bem doutra, não venho mais no consultório se você fazer uma coisa por mim.assinto e digo para ele falar oque quer então ele me agarra e me beija eu fico sem reação mas logo mordo a boca dele e foi com força porque está sangrando, dou um tapa em sua cara mais ele não importa e tenta me agarrar novamente então começo a gritar logo os seguranças do hospital aparecem e o levam embora do hospital todos me olham mais eu não importo só entro para meu consultório e sento na cadeira em forma de raciocina oque aconteceu, quando me acalmo saio do consultório e vou embora meu telefone começa a tocar olho no visor e Bernardo.

-ta afim de almoçar comigo hoje?.

-claro. Ele me diz onde fica o restaurante e logo vou para lá e um restaurante que tem comidas típicas do Brasil quando entro sinto aquele cheirinho caseiro de comida e sinto falta do Brasil dou uma olhada pelo local e vejo Bernardo numa mesa vou até ele é o cumprimento.

-achei que iria gostar desse lugar. Ele diz com um sorriso no rosto e chamando o garçom para fazer nossos pedidos e nos deixa a sós

-acerto em cheiro. Dou uma risada

-quando sinto saudade do Brasil venho aqui.começamos a falar do Brasil e como nos aprontávamos lá o nosso pedido chega e começamos a comer eu digo para ele oque aconteceu hoje é ele começa a rir me fazendo ficar um pouco frustada.

-não tem graça senhor Bernardo. Falo fechando a cara

-uai, eu tenho culpa de você ser bonita e ficar arrasando os corações dos caras por aí?.Ele fica rindo e eu não aguento e começo a rir.

-tenho uma proposta para você.

-diga. Falo prestando a minha atenção nele

-vai ter um baile aqui em nova york onde estão chamando pessoas da alta sociedade e gostaria de saber se quer me acompanhar.

-acho que não be, você sabe que eu sou muito avoada e vou acabar fazendo algo errado lá, não quero passar vergonha. Logo a carinha de feliz murcha e eu fico com um pouco de pena, mais é verdade eu sou muito desastrada vai que acontece algo nesse baile irei passar muita vergonha.

-vamos fazer assim você pensa na minha proposta, e depois você me diz se aceita ou não. Apenas concordo e mudamos de assunto é começando a falar de como nova york e, terminamos de comer e nos despedimos vou para o meu apartamento vou para o banheiro e tomo um banho coloco um short cintura alta e uma blusa preta com bolinhas de manga e vou para a sala ligo a tv mais não vejo nada de interessante então pego meu computador e vou mexer quando vejo uma notícia "parece que o jornalista Luiz Bacci está aproveitando muito bem Londres,pela manhã ele é visto aos beijos com uma mulher"percebo pela foto que não é a mesma mulher do restaurante,não sei porque mais fico com raiva ao ver essa notícia resolvo dormir e acordo com rebs quase quebrando a casa.

-desculpa te acordei né? Ela faz uma carinha de arrependida

-não imagina estou dormindo ainda quem está na sua frente e só minha alma. Ela me xinga mais não ligo e vou pegar uma agua para beber.

-porque está quebrando a casa ? Falo me sentando na bancada a observando

-estou fazendo comida. Ela diz pegando as panela e eu começo a rir e vou pegar o extintor e volto até a cozinha rebs me olha sem entender.

- é melhor me garantir né se você colocar fogo na casa meu bebê está aqui do meu lado. Falo abraçando o extintor e dando um beijo

-muito engraçado triz,agora leva o extintor para lá. Ela aponta para onde ele estava

-ei, não fala assim, o tinto tem sentimentos. Falo acariciando o extintor e ela começa a rir

-aquele momento da vida que você percebe que está sozinha e precisa de um extintor para matar a carência. Ela começa a rir e eu taco o pano de prato nela levo o extintor para o lugar que estava e volto para cozinha rebs começa a cozinhar e eu fico só a absorvendo e conto oque aconteceu comigo hoje ela fica indignada e fala que vai matar o Hernesto e eu começo a rir ela termina a comida e eu vou arrumar a mesa sentamos e começamos a comer tenho que admitir a comida ficou muito boa depois que terminamos fomos para a sala e ficamos vendo um pouco de tv quando começa a passar o jornal.

-olha seu marido ai. Ela aponta para a televisão vejo Luiz na tv e do lado dele tem uma moça muito bonita presto um pouco de atenção no que ele fala e rebs começar a fazer gracinha então resolvo ir pra o quarto troco de roupa e coloco meu pijama e vou dormir. Acordo com o sol entrando em meu quarto hoje o dia está lindo só irei para o hospital 13:00 então resolvo colocar minha roupa de ginástica e ir correr, vou até o central park e fico impressionada como esse lugar é lindo transmite tanta paz sento em um banquinho e fico observando a movimentação depois de ficar bastante tempo no parque resolvo ir para casa rebs já foi trabalhar vou tomar um banho e troco de roupa e faço um sanduíche para comer não estou com muita fome vou pra sala e ligo a tv e fico vendo oque está passando quando alguém me liga vou atender e Julia.

-Julia que saudade que estou de você.

-mais não parece,você nem liga mais. Sinto um pouco de tristeza em sua voz, ela começa a me contar oque está acontecendo no Brasil então pergunto dos meus tios.

-eles vão de mal a pior, a empresa do seu tio esta falindo eles estão devendo até o pescoço. Fico um pouco triste com notícia mais resolvo não me abalar meus tios merecem eles acham que dinheiro e para vida toda? Eles só gastam e não sabem investir em nada meus pais me deixaram uma herança meu pai era dono de uma empresa de advogadas muito conhecido no Brasil depois da morte do meu pai meu tio começou a tomar conta da empresa e agora aquele grande empresa já não é mais nada, mais o dinheiro que ganhei dos meus pais eu guardei e investi em algumas coisas no Brasil que me geraram uma boa grana, então começo a contar as novidades para Julia que fica super empolgada, pretendendo trazer ela ainda para nova york ,resolvo a me arrumar para ir trabalhar quando chego ao hospital encontro o Sr.ogro conversando com uma mulher não dou importância chamo o elevador e fico esperando ele chegar o elevador esta quase fechando quando alguém coloca a mão entre o elevador para não fechar quando eu olho e o Luiz nos olhamos por alguns segundos quando o elevador para do nada eu fico com um pouco de medo, ele começa a aperta os botões em forma de abrir a porta do elevador mais é envao.

-droga, estamos presos. Ele soca a porta do elevador

-dá pra ficar calmo? Digo com raiva

-eu estou com presa, não percebeu? Ele falo grosso e passando a mão em seus cabelos.

-e eu também estou com presa, mais não é por isso que fico socado as coisas. Falo bufando e agora é minha vez de aperta os botões mais novamente é envao,ele começa a me olhar oque começa a me deixar irritada.

-dá pra parar de me olhar.

-desculpa pela grosseria do outro dia eu estava irritado.

-então está irritado todo dia. Falo pegando meu celular para ver se tem como eu ligar para alguém mais está sem sinal que maravilha.

-para de ficar mexendo na droga do celular, não percebeu que não tem sinal. Nesse momento eu paro de mexer no celular e olho para ele.

-você acha que pode mandar em tudo né? Mais tenho que te contar uma coisa você não manda em nada o mundo não gira em torno de você.olho bem nos seus olhos que tem tanto mistérios ficamos nos olhando quando o elevador dar mais um banque e eu abraço ele em forma de me proteger e ele dá um sorriso então eu o solto, começo a gritar por alguém em forma de ajuda.

-dá para parar de gritar? que idiota

-se não percebeu estamos presos e eu quero sair daqui idiota.Falo ja ficando vermelha de raiva, ele fecha os olhos em forma de se acalmar é me olha novamente.

-será que até hoje não sabe quem eu sou para falar assim?

-sei muito bem quem você é, não é porque você é o filhinho do dono do hospital ou um âncora de jornal que te dá o direito de falar assim comigo. Já digo pronta pra a briga

-olha aqui garota não fala assim comigo você não sabe nem da metade de mim ou como eu sou.

-e não quero saber, mais não me importa com oque aconteceu com você no passado mais isso não o dá direito de tratar as pessoas dessa forma.Ele fica calado e com a cara fechada

-idiota. Falo em um sussurro mais ele acaba escutando

- chata.olho para ele que esta com uma tranquilidade que me deixa irritada

-ogro. Eu retruco

-ignorante. Ele fala se aproximando mais de mim nossos rostos estão bem próximo,consigo sentir a respiração dele

-retardado.olho bem nos olhos dele um olhar tão sombrio que guarda tantos segredos que gostaria de desvendar.

-gostosa.eu fico corada quando ele fala isso então ele me beija,um beijo feroz é intenso como se necessitamos daquele beijo ele me prende contra a parede do elevador então logo minha ficha começar a cair e percebo quem eu estou beijando e dou um chute no meio da sua pernas ele me solta e cai no chão gemendo de dor, fico com dó mais não posso deixar ele pensar que pode só me usar e jogar fora.

-ficou louca? Fala gemendo de dor

-eu? Você que me beija e eu sou a louca. Falo espumando de raiva, ele por sua vez fica gemendo de dor mais não vou me abalar com isso não posso ficar por aí aos beijos com o filho do hospital, logo ele se levanta do chão e fica ao meu lado sinto o olhar dele sobre mim mais não me abalo logo a porta do elevador se abre e percebo algumas pessoas nos olhando logo me apresso de sair mais ele segura minha mão, viro para o olhar e nos encaramos por pouco segundos que pareceram mais um eternidade sinto um desculpa sair da sua boca panas assinto com a cabeça e saio do elevador indo direto para a minha sala. Sento em minha mesa e penso no que acabou de acontecer no elevador.

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