Um Amor Sem Igual

Um Amor Sem Igual conta a história de uma vampira que nasceu em 1493 na Inglaterra, Mancaster. Ela era filha da irmã mais nova do rei da Inglaterra da época. Quando em 1513, no seu aniversário de 20 anos ela conhece Tommy, filho de um conde, ela acaba se envolvendo com ele e ela a transforma em uma vampira. Leia essa história e conheça a história de Henry, Eleanor e Harry.

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1. Prólogo

Eleanor On

Mancaster, Inglaterra.

17 de Julho de 1513.

Olhava minha imagem refletida no espelho enquanto passava minhas mãos nos meus cabelos encaracolados, quando batem a porta:

-Pode entrar!

-Princesa Eleanor! -Vejo Ivonne, minha empregada e seu sorriso enorme- os convidados já estão chegando, seu pai a pediu para descer logo!

-Obrigada Ivonne, diga a papai que eu já desço!

Ela faz uma referência e fecha a porta.

Me olho pela última vez no espelho e vou para a festa.

Passo pelas pessoas, e a maioria falava que me desejava felicidades e sucesso, mas eu sei que elas nem se importam.

Cheguei perto do meu pai e vejo ele conversando com um homem perto da sua idade, e um jovem muito bonito ao seu lado:

-Eleanor! Querida! Que bom que você chegou minha filha. Esse é conde Edward e seu filho, Tommy.

Tommy me olha, faz uma referência e beija minha mão:

-Princesa- ele fala

Eu sorrio para ele:
-Olá

 

27 de dezembro, 2015.

São Paulo,Brasil.

Via a chuva cair, mas não demorou para eu não conseguir enxergar mais nada.

Minhas lágrimas se misturaram com a chuva e minha visão se tornou um borrão.

 

20 de Agosto, 1513.

Mancaster, Inglaterra.

Ria enquanto corria de Cameron nos gramados de minha casa:

-Vem aqui mocinha! Me devolva isso!- falava se referindo ao seu chapéu em minhas mãos.

-Não!- falei um não prolongado, rindo.

Quando eu bato em alguém, Henry Gerounder.

Rolei meus olhos:

-Eleanor Tudor, minha lindíssima donzela, não queria acabar com sua inútil brincadeira, porém você está nos gramados que pertencem a minha família.

Mas que fútil! Eu só estou um passo a mais dos gramados da minha!

Rolei os olhos novamente e olhei para o Cameron, que pela a expressão dele, estava louco para rir da minha situação.

-Me desculpa, lindíssimo Gerounder, não vai acontecer novamente.

-Não ligarei se acontecer, você sempre poderá voltar.

Ah, o homem que estavam querendo que minha irmã mais velha se case está dando em cima de mim, era tudo o que eu precisava.

Cam não aguentou, e riu.

Henry olha desentendido para Cameron e olhou para mim:

-Por favor, Els- ele da aquele sorrisinho torto, que era muito fofo, mas espera, ele me chamou pelo o apelido ?! Como ele ousa!

Dei um passo para trás:

-Obrigada, princesa- ele sorriu e saiu de lá.

Nem referencia, nem nada. Qual é o problema dele ?

Cameron voltou a rir:

-Babaca- falei para Cameron e devolvi o seu chapéu.

 

27 de dezembro, 2015.

São Paulo,Brasil.

Embora que eu só conseguisse enxergar borrões, eu ainda sentia sua gelada pele, eu o abracei como nunca e sussurei:

-Me perdoe.

 

10 de dezembro,1513

Mancaster, Inglaterra.

Dançávamos, ou pelo menos, tentávamos. Até que nós dos caímos na cama:

-Você é linda- Tommy fala para mim e retira alguns fios de cabelo dos meus olhos.

-E-eu a-amo- Tommy me interrompe

-Eu amo você, Eleanor Tuder. Muito.

Eu coro, sorrio e ele me beija.

 

37 de novembro de 2014.

São Luís de Hoje, Campus da UDH, Brasil.

Vou andando rapidamente esperando que Cam me atendesse o celular quando eu esbarro em uma pessoa, ergo a cabeça para ver quem era, e vejo um homem lindo, com dois pares de olhos, não melhor, dois pares de lanternas verdes:

-Hey.- falo.

Ele só me olha.

Saio de perto dele:

-Me desculpa-falo

-Desculpa eu.

Eu dou uma risadinha:

-Tenho que ir, desculpa o incômodo.

-Tchau- ele fala e sorri amarelo.

 

27 de dezembro, 2015.

São Paulo,Brasil.

Pessoas foram chegando em volta, e eu escuto o barulho da sirene de ambulância.

O sangue dele estava todo sobre minha pele, eu nem senti vontade de bebê-lo, eu só sentia um vazio que cada vez ficava maior, cada vez sua pele ficava mais gelada.

Senti um aperto no coração de pensar nessa hipótese.

Mas era a única coisa que eu pudia fazer naquele momento.

 

 

 

 

 

 

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