Dance With Me

"We are fool whether we dance or not,so we might as well dance"-Japanese Proverb Jessica Braun Williams, 24 anos, dançarina profissional de classe média. Tyler Stanley Richards,24 anos, herdeiro das empresas "Richards" podre de rico e prestes a noivar com Meredith Braun. Tudo se dá início,quando a notícia de um jantar de noivado começa a mudar a vida e modo de agir de todas as pessoas envolvidas,fazendo com que os caminhos de Tyler e Jessica se cruzem. O que acontece é nenhum dos dois sabiam que tinha uma ligação muito mais próxima,antes mesmo de se conhecerem. Também disponível no Wattpad /Also available on Wattpad : http://w.tt/1oDSAlT

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7. Chapter 7

Jason/Tyler's P.O.V.

-Meredith está na linha 2 e quer falar com você!- Susie abre a porta do escritório me tirando do mundaréu de contratos à minha frente.

-Okay, obrigado Susie.

•ligação on•

- TYLER! Pelo amor de Deus, você tá bem?- Assim que eu falei alô pude ouvir a voz fina, mas ainda sim adorável de Meredith.

-Meri, claro que eu estou bem e você?

-Melhor agora que eu sei que você está vivo.-mesmo sem vê-la diria que ela está revirando os olhos nesse exato momento- Eu liguei pro seu celular a noite toda e só dava desligado.

-Ele descarregou.

-E não é só isso- ela me interrompeu elevando um pouco mais a voz- Liguei para sua portaria hoje de manhã e o porteiro disse que você não dormiu em casa. Onde você estava?

-Meu carro ficou sem óleo no meio da rua e felizmente o local mais próximo era o apartamento da Susie.

Ah, não era completamente uma mentira. Era uma meia verdade.

-Oh meu Deus , Tyler. Você tá bem?Te roubaram ou algo do tipo? E eu aqui pensando mil coisas sobre você.- ela disse a última frase num murmúrio.

- Eu estou bem, só foi o óleo que acabou mesmo.- que acabou na frente de uma academia de dança e eu aproveitei pra dançar com uma garota desconhecida. Minha mente acrescenta.

-Susie me deixou dormir no sofá dela. E que mil coisas que você estava pensando?

-Aah sei lá.

Ciúmes. Posso sentir como a voz dela mudou de vergonha.

-Você sabe como eu fico só de imaginar garotas à sua volta.-ela disse baixinho envergonhada.

Se ela visse o quão próximo Jessica estava de mim noite passada então , ela iria surtar.

-Ainda tá aí , fofinho?

Queria saber qual a necessidade das pessoas me chamarem no diminutivo.

-Tô sim , Meri.-respondo ,mas na verdade me encontro pensando na proximidade entre mim e Jessica novamente.

-Queria te ver hoje.- ela fala e sei que está fazendo biquinho no outro lado da linha.

-Hoje não vai dar, Meri. Tenho jantar com alguns sócios e alguns negociantes.

-Mas o dono da empresa é o seu pai,não você.

-Sim, mas ele disse que quer me inserir nos negócios para eu ir pegando o jeito.

Eu passo o olho rapidamente nos contratos, alguns deles são tão amadores e outros tão cansativos que eu regularmente me pergunto se isso é o que eu quero pra mim.

E eu sei no profundo que a resposta é não. Eu nunca quis ser dono de uma empresa de negócios . Eu quero fazer meu nome, não quero viver na sombra do que o meu pai criou. Eu quero por mim mesmo abrir meu próprio escritório de advocacia e ser bem sucedido.

-Mas amanhã eu estou livre- digo saindo dos devaneios.

-Amanhã eu tenho projeto na faculdade o dia todo.- ela suspira - Depois de amanhã e ponto final ,sem desculpas

-Fechado pensarei em você o jantar inteiro- digo verdadeiramente desejando fazê-lo.

-Assim espero.-ela diz séria mas depois dá uma risada baixinha- Tenha um bom dia,fofinho.

Eu reviro os olhos e rio também.

-Tenha um bom dia ,princesa.

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