Meu querido irmão

Os conflitos são grandes na cabeça de Jenna, ser afastada daquele que mais ama, crescer praticamente sozinha, descobrir que tudo o que acreditava era mentira e sentir despertar um sentimento proibido, perigoso e ardente como brasa que envolve todo seu corpo. [...] Aviso: º O começo da história não fui eu que criei, li uma história que gostei muito e ocasionalmente decidi dar continuidade a ela.

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9. A Pior e melhor noite

- O que o carro do Vini esta fazendo aqui? – eu questionei indo em direção ao carro para verificar.
- Calma ai Jenna. – o Yuri gritou, mas eu já estava abrindo a porta.
Dei de cara com a Aline completamente nua em cima do Vinicius, senti o sangue subir, meu rosto esquentar de raiva, minha mão coçava com vontade de encher a cara dela de tapas e eu teria feito se o idiota do Yuri não tivesse me segurado.
- Vamos, você não precisa ficar vendo essa sujeira. – ele disse me puxando, ou melhor, me carregando para o carro dele, eu gritava e o arranhava para ele me soltar, mas ele não soltou, só quando chegamos ao carro, ele me colocou sentada e pediu para que eu me acalmasse. 
Ele entrou rápido no carro e arrancou, sem dizer nenhuma palavra, eu não queria chorar mas as minha estupidas e teimosas lágrimas escorreram pelo meu rosto.
- Ele não merece nenhuma lágrima sua. – o Yuri falou, estava com tanta raiva quanto eu. – me desculpa Jenna, eu não sabia que eles não tinham ido embora. – ele concluiu.
Foi então que finalmente caiu minha ficha, o fim do namoro, o comportamento estranho, ele já sabia.
- O que você queria? Deixar os dois me fazerem de idiota? – eu perguntei depositando toda minha raiva nele.
- Não, não era isso Jen…Jenna . Eu descobri e terminei com a Aline, achei que você ficaria muito chateada se soubesse, não sabia como contar. – ele tentou explicar. 
- E então você resolveu deixar que eles continuassem me enganando né? – continuei falando com raiva.
- Não, eucontei para o Guilherme e ele também achou que te magoaria saber, nós decidimos que ele teria que terminar com você, mas por outro motivo, sem você precisar saber da traição dos dois, mas quando chegamos à festa eles… - ele deu uma pausa como se procurasse as palavras certas.
É claro, os dois sumiram na festa, como eu fui burra.
- Eles estavam transando bem debaixo do meu nariz. – eu concluí.
- O Guilherme te impediu de ir até o casarão e ficou te distraindo enquanto eu achava os dois, tive que ter muito autocontrole para não arrebentar a cara do Vinicius, falei que se eles não fossem embora da festa eu iria te contar tudo e ele levaria uma surra. Eu realmente achei que eles tivessem ido embora, me desculpa. – ele falou parecendo envergonhado por eu ter visto aquela cena.
- Você não tem culpa Yuri, eles que são uns babacas, não merecem nenhum sentimento vindo da gente. – eu falei novamente me sentindo culpada por trata-lo tão mal.
Não tocamos mais nenhuma palavra, ele me deixou em casa e foi embora depois de perguntar se eu estava realmente bem, eu sempre tratei o Yuri com certa indiferença e nessa noite ele foi um super amigo pra mim, estava claro que eu precisava rever meus conceitos de amizade.

Entrei em casa e fui direto para o quarto tomar um banho demorado para tentar esquecer a minha pior comemoração de aniversário já feita. Ao sai do banho coloquei minha camisola e um robe por cima para ir até a cozinha comer alguma coisa. Minha mãe estava na sala sentada no sofá, olhando para o nada.
- Boa noite mãe. – eu falei sem esperança de ser retribuída.
- O Guilherme está aqui Jenna? – ela perguntou sem olhar para mim.
- Está, ele chegou hoje para comemorar meu aniversario comigo. – eu respondi.
- Quando ele vai embora? – ela continuou seca.
- Espero que nunca mais. – Eu disse e continuei em direção a cozinha.
Tanto tempo sem ver o filho e ela só quer saber quando ele vai embora, minha mãe era realmente inacreditável. Fiz um queijo-quente, peguei um copo de suco e voltei para o quarto, ela continuava na sala, sentada ainda na mesma posição e com o olhar ainda fixo no nada. Comi meu lanche no quarto , tirei o robe e me deitei, sentia uma vontade enorme de chorar, mas não me permiti, não tinha sentido chorar pelo Vinicius. Assim que fechei os olhos bateram na porta do meu quarto.
- Entra. – eu disse em resposta.
Era o Gui, vestia apenas um short, fiquei admirando seu corpo por um momento, ele entrou e sentou ao meu lado na cama. 
- Como você está? – ele perguntou ou fazendo carinho em meu rosto.
- Estou bem, o Vinicius não significava tanto a ponto de me fazer sofrer. Só fiquei com raiva pela traição bem debaixo do meu nariz, o fato de considerar a Aline amiga, mas não estou sofrendo de amor e essas palhaçadas todas. – eu respondi. Ele sorriu, mas a tristeza estava clara em seu rosto.
- Quando cheguei a mãe estava na sala. – ele deu uma pausa, eu esperei ele continuar. – Ela me olhou, pensei que fosse ficar feliz em me ver, mas ela desviou o olhar e me perguntou quanto tempo eu pretendia ficar. – ele concluiu e eu pude ver a lágrima se formando em seu rosto.
Eu sentei e o abracei, sem nenhuma palavra, apenas abracei enquanto ele chorava e colocava pra fora a mágoa guardada por tanto tempo, sem perceber, sem intenção, estávamos nos beijando, calma e carinhosamente, eu virei meu corpo me colocando sentada em seu colo, nosso beijo foi se intensificando e se tornando mais quente, apaixonado, suas mãos percorreram meu corpo indo da minha coxa até meus seios, ele foi suspendendo minha camisola e eu levantei os braços para que pudesse tira-la, ele me olhava com tanto desejo que meu corpo parecia arder em chamas.
- Isso esta errado, nós…nós não podemos, nós somos irmãos. – ele disse horrorizado.

Eu sabia que ele estava certo, eu sabia que nós não podíamos, mas eu queria, mais do que qualquer coisa naquele momento, eu queria ser dele e queria que ele fosse meu, voltei a beija-lo ainda mais intensamente que antes, ele retribuiu e voltou a percorrer meu corpo com suas mãos, seus beijos passaram dos meus lábios para meu pescoço, descendo até chegar em meus seios, ele passou a língua pelo bico um após o outro e depois começou chupar, minhas mãos percorriam suas costas até sua nuca o apertando, ele me virou e me colocou na cama, ficou um tempo me olhando, pensei que fosse desistir, mas então ele começou a beijar meus pés e foi subindo pelas minhas pernas até chegar em minha virilha, ele beijou e deu uma leve mordida na minha bucetinha que já estava molhada, foi tirando minha calcinha devagar, eu respirava com dificuldade, meu coração estava acelerado, ele abriu minhas pernas ao extremo e levou sua boca de volta a minha bucetinha, começou a lamber e penetrar sua língua dentro de mim, eu gemia e me contorcia de prazer, ele me chupou com tanta força que fui obrigada a levar a mão até a boca para reprimir o grito, ele tirou o short deixando a mostra seu pênis grande e grosso que já estava rígido, segurou minhas pernas e as colocou em sua cintura me deixando completamente aberta para que ele pudesse penetrar seu membro em mim, ele enfiou devagar, só o começo e depois tirou e ficou apenas roçando a aquele pênis em mim, aquilo estava me enlouquecendo, ele voltou a enfiar e fez o mesmo processo – me fode logo Guilherme – eu implorei, ele obedeceu na mesma hora e enfiou todo seu membro em mim de uma só vez, ele socava rápido e com força enquanto eu me retorcia de prazer, minhas unhas aranhavam toda suas costas, nossas respirações eram ofegantes, nosso suor se misturava enquanto ele metia em mim cada vez mais forte e mais fundo, ele me beijava tentando suprimir meus gemidos para que ninguém nos ouvisse, nossos corpos rolaram fazendo com que eu ficasse por cima dele eu comecei a rebolar e quicar forte com ele dentro de mim, ele apertava e batia em minha bunda mandando que eu fosse mais rápido, eu obedecia quicando freneticamente, senti quando ele gozou quase no mesmo momento que eu. Fomos para o banheiro tomar banho juntos, não parávamos de nos beijar, ele já estava animado novamente, eu abaixei e comecei a chupa-lo com vontade, ele gemia, dizia que estava gostoso no meio de algumas palavras sem nexo, eu o chupava cada vez mais rápido, achei que ele fosse gozar em minha boca, mas ele me pegou e me suspendeu na parede me penetrando com tanta força que gritei de dor e prazer, ele continuou com estocadas fortes e rápidas, enquanto me beijava, mordia, chupava descontroladamente, nunca senti tanto prazer, minhas costas batiam na parede a medida que ele aumentava a força, mas eu não ligava, pedia para ele ir ainda mais forte, ele puxava meu cabelo perguntando se eu estava gostando, era difícil forçar alguma palavra a sair da minha boca, eu só conseguia gemer e balbuciar sílabas que não se encaixavam, aquilo era tão intenso, nunca havia sentido algo assim, terminamos o banho, o Gui trancou a porta do meu quarto e nós deitamos, antes de dormir ele ficou me acariciando, fazia massagem em todo meu corpo, me analisava com as mão e com a boca, só ficamos nos carinhos e acabamos adormecendo abraçados e completamente nus. O que tinha tudo para ser uma noite péssima acabou sendo a melhor que eu já tive.

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