Live, Love Dream?

Sam é uma garota bem nova, que já sabe o quê quer da vida e vai se tornar independente bem rápido. Talvez um cara mude a vida dela completamente, mas para o lado bom...

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13. Como se faz isso-Zayn

Zayn on

Eu sempre passo o sábado dormindo. Melhora meu humor durante a semana. Mas, essa última noite foi diferente. Quando Sam veio dormir, algo estranho aconteceu.

Depois que ela se deitou, ouvi um barulho de arrombamento de porta. Me sentei na cama. Tentei acordar Sam, mas ela não acordava. Saí do quarto. Vi que a porta do quarto de Alice estava aberta. Entrei e encontrei um lençol coberto de sangue, e o resto do quarto todo manchado. Mas não a encontrei em lugar nenhum! Comecei a ficar em pânico. Comecei a procurar pela casa. Mas eu não a achava! E quando voltei para olhar no meu quarto, o meu lençol também estava cheio de sangue. E Sam havia sumido. Agora, comecei a chorar. Devo ter gritado algum palavrão. No maleiro do quarto, encontrei uma K-47(uma arma) e a peguei. Iria ser do jeito violento agora. Tirando o fato de que eu estava de pijama! Tinham dois caras na sala. Dois assaltantes. Gritei outro palavrão e atirei neles. Nossa, quanta violência de minha parte. Voltei para o meu quarto não sei porque. E logo algo pequeno e brilhante abriu a porta e tocou no meu rosto. Parecia... Alice!

Alice me cutucou. Abri os olhos. Ufa. Era um pesadelo. Eu estava todo suado, com um travesseiro na mão... Sei lá.

-Papai! Você está acordado? Mamã falou que as panquecas estão prontas.-Alice falou. Fiquei muito feliz em vê-la e ouví-la falando.

-Ah, Alice...-eu gaguejei e a abracei.

-O quê é, Papai?

-Nada. Nada, não.

Me levantei e fui atrás dela até a cozinha. Eu estava tremendo um pouco, e meio pálido. Aquele pesadelo tinha me abalado muito. Fiquei quieto e com os olhos um pouco arregalados. Sam estava na cozinha arrumando panquecas em um prato, só pra mim. Quando ela me viu, veio me abraçar e me beijar. Ela me olhou e fez uma careta.

-Bom dia.-falei.

-Bom dia... Você está estranho. Meio pálido e com uma cara esquisita.-Sam disse.

-Não. Eu estou bem.

-Já sei. Teve um pesadelo na noite passada.

-É...

Ela sabe que sempre acontece isso. Então fica despreocupada. Comi umas panquecas e bebi café. Depois resolvi sair e ir até a casa do Nate.

Ele está namorando uma garota muito boazinha, mas ela fica fora de casa o tempo inteiro. Por incrível que pareça, Nathan começou uma empresa, que agora é bem grande. E o cara está rico. Rico com 27 anos. E teve uma filha também. A mãe não sabemos quem é. E a namorada... Acho que só quer a grana dele. Mas idaí. Ele não liga.

Levei Alice junto. Sam ficou em casa. Alice costuma brincar com a filha dele. Ela fez uma mala, com maiô, porque lá tem um lago e uma piscina gigante. Eles moram em uma fazenda enorme. Alice adora ir lá. Levamos sempre roupa de banho e essas coisas.

Cheguei lá e avisei o porteiro que era eu e ele me deixou entrar. Eu e Alice fomos conversando e cantando as músicas do rádio.

Entramos na casa. Nathan estava de bermuda e camiseta. Jordan, a filha dele, estava na borda da piscina brincando de bonecas. Alice chegou, se trocou, passei protetor solar nela e foi brincar com a Jordan.

Fiquei com Nathan, no balcão da churrasqueira, que fica de frente para a piscina. Fiquei olhando as meninas e conversando com Nathan.

-Ah, Cara... Estou pensando seriamente em largar a Jannette.-Jannette é a namorada dele.

-Eu acho uma boa ideia.-respondi.

-Por quê?

-Ela só quer seu dinheiro.

-Isso é verdade. Eu tenho é que fazer um teste de DNA e ver quem é a mãe da Jordan. Ela precisa saber quem é.

-Eu já falei que acho que é a Dorrie.

-Dorrie?

-Vocês ficavam muito naquela época.

-Ah, não né? Dorrie?

-Todos sabemos que você gosta dela.

-Eu não gosto dela.

-Então viva sozinho com a Jordan por algum tempo.

-Ela não gosta da Jannette.

-E nem você, Cara!

-Você tem razão. Ah Meu Deus. Que merda eu fui fazer!

-Foi. Mas fica mais um tempo com a Jannette e depois termina com ela.

-E acho que ela está me traindo.

-Mas claro! Ela quer sua grana.

-Você devia ser psicólogo.

-Não. Eu nasci pra ser dono de empresa.

-E eu?

-Também. Mas você tem que achar a mulher da sua vida.

-E você já achou a da sua?

-A Sam. Vamos arranjar uma namorada pra você. Olha, a Dorrie é perfeita pra você.

-Por quê?

-Ela é festeira, engraçada...

-Gostosa...

-Espera aí, o quê?

-Nada. Nada. Volte.

-E é tudo o quê você é. E se ela for a mãe da Jordan?

-Aí... Não sei.

-Mas você tem que se aproximar dela antes.

-Tenho.

-Olha lá sua filha! Ela está feliz. Mas pode ficar mais ainda se encontrar a mãe e ainda se você ficar com ela.

-Vai. A Alice pode ajudar ela com isso.

-É...

-E a Sam? Como está?

-Ah, ela tá bem. Sempre está bem.

-Cara, eu fico cada vez mais preocupado... A Jannette vai me matar.

-Não vai.

-Vai sim. E se ela me amar mesmo?

-Não sei...

-Eu preciso de um banho. Uma banheira bem grande, champagne e uma TV.

-Você precisa fazer coisas que melhorem o seu astral.

-Sexo?

-Não. Você só pensa nisso.

-Não penso não. Ah, continua, vai!

-Por exemplo, ficar com a sua filha. Brincar com ela.

-Você brinca com a sua?

-Ás vezes. Mas eu fico bastante com ela.

-E o quê vocês fazem?

-Saímos de carro, conversamos, assistimos TV... Você tem que inventar.

-Quando eu era criança eu não podia fazer nada. Nada!

-Vai começar...

O Nathan sempre conta essa história. Mesmo sabendo que nós já sabemos. É que ele por incrível que pareça, nasceu na Alemanha. Os pais dele são super bravos e rigorosos. E ele foi criado na marra! Coitado.

-Lá na Alemanha, eu não podia fazer nada. Meus pais me faziam ficar em casa lendo ou escutando rádio. E eu tinha que comer aquela comida esquisita que minha mãe fazia, e ainda ajudar meu pai no trabalho! Minha vida não era de criança...-ele disse, como sempre contava.

-Já sabemos, Nate... Já sabemos.-respondi.

-A Jordan não curte a ideia.

-Nenhuma criança curte. E vou perguntar. Ela sabe que você é alemão?

-É... Já contei algumas vezes. Quando ela me perguntou de onde eu vinha. Aí eu pensei, to ferrado. Eu queria esperar mais pra falar pra ela. Mas... Eu tive que contar.

-Como contou?

-Peguei um mapa e pedi pra ela colocar uma tachinha no lugar onde estávamos e outra no lugar de onde ela achava que eu vinha. Acredite ou não. Ela colocou a tachinha no mesmo lugar. Depois, eu falei que estava errado e coloquei a tachinha na Alemanha. Aí pesquisei na internet e mostrei pra ela como era a Alemanha. Ela gostou. Espero que algum dia eu possa levá-la pra lá.

-Você ainda fala alemão, ou já esqueceu?

-Nunca esqueci! Quer que eu esqueça como se fala a língua do país em que eu nasci?

-Não...

-Quando eu cheguei aqui, tinha 10 anos. E eu não sabia falar inglês muito bem. E sofria bullyng por ser o único loiro de olhos azuis.

-Que triste. Lembro de quando eu entrei no colegial e conheci vocês. E também lembro de você falando palavrões em alemão. Era hilário, Cara!

-Eu sei! Eu queria ensinar os outros e ser legal. Eu devo ter te ensinado alguma coisinha.

-Sim. É... Sein Ruhig!

-Muito bom. Mas Sein Ruhig significa Cala Boca. Não chegou em um palavrão.

-Scheißen!

-Aeh! Agora você falou. Scheißen significa merda.

-Eu sou demais.

-Eu que sou! Fui eu quem te ensinou!

-Legal, nós dois somos.

-Aham. Mas, lembra. Eu preciso da sua ajuda.

-Tudo bem.

As meninas queriam entrar na água. Enquanto, tinha um funcionário fazendo churrasco! Olha que demais. Churrasco.

-Você tem que mostrar pra sua filha que é responsável.-falei.

-Como?-ele perguntou.

-Cuide dela. Veja só.-falei.-Alice! Está com fome, ou alguma coisa? Saia do Sol um pouco e vem descançar e tomar uma água.-gritei.

-Oi, Papai! Já vou.-ela respondeu.

Nathan ficou só observando. Alice veio correndo e Jordan veio atrás. Alice chegou. Vi que sua cara estava ficando vermelha. Passei mais protetor solar. Dei um copo com água pra ela. Ela tomou tudo e peguei uma camiseta dela e um boné na mala que ela trouxe. Coloquei nela e falei que enquanto ela não fosse entrar na piscina, era pra ela vestir a camiseta e o boné. E quando fosse entrar, tinha que me devolver ou guardar as coisas. Um dos funcionários abriu um Guarda-Sol em cima do lugar onde as meninas estavam brincando. Agora estava tudo perfeito. Podiam brincar sem problemas.

Assim que ela voltou para o lugar onde estavam brincando, olhei para Nathan. Ele estava boquiaberto.

-É assim que se faz.-falei.

-Uau. Eu tenho que aprender essas técnicas.-ele respondeu.

-Eu li um monte de livros e sites de conselhos. Você devia procurar.

-Vou ver. Mas, você leva jeito. Vou te fazer uma pergunta. Por quê você só deu água, e não comida ou refrigerante pra ela?

-Quer que ela vomite? Elas estão na piscina, no Sol, e se eu der isso ela vai passar mal. Você tem que raciocinar.

-Certo. Entendi. Nossa. Isso é demais!

-É, não é?

-É!

-Tenta você. Vai. Chama ela e faz tudo o quê eu fiz.

-Calma. Tem que trocar a fralda, ou algo assim?

-Nathan, ela tem oito anos.

-Ah, é verdade. Jordan!-ele chamou. Conseguiu fazer tudo o quê eu fiz, mas de um jeito meio lento e desajeitado. Pelo menos agora a menina está protegida.

-Bom, pra iniciantes.

-E você é expert?

-Sou.

-Aham.

-Vou te falar uma coisa, depois que despensar a Jannette, você vai ter que cuidar desse jeito, da Jordan. Então é melhor se acostumar e pegar o jeito.

-Certo. Entendi. Vou me esforçar pra fazer isso bem.

-É muito importante saber cuidar dela. O próximo passo vai ser controlar ela e as amigas.

-Nossa...

-Eu ainda estou aprendendo essa.

-Como?

-Você tem que fazê-las ficarem quietas e sem fazer bagunça, ou botar fogo na casa e quebrar as coisas. É difícil.

-Parece.

-Mas primeiro você tem que dominar essa arte.

-Aham.

-Eu ainda ensino você.

-Mas, posso perguntar uma coisa?

-Pode.

-E o sexo?

-Nathan...

-Por favor, me diz como fica.

-Ah, ainda pode ter, mas não frequentemente. E tem mais.

-Mais?

-Não vai poder ficar falando palavras referentes à sexualidade.

-Como assim?

-Não pode falar em tesão, por exemplo.

-Tá... Isso é estranho.

-É a vida.

-É... Mas ainda tem aquela provocação?

-Ás vezes. Mas, por que isso importa?

-Porque eu ainda gosto.

-Eu sei, todo mundo gosta.

-E não quero que acabe.

-Eu sei, mas é cada vez menos.

-Ah...

-Mas tudo bem.

-Primeiro eu preciso arranjar uma namorada. Ou alguém que queira transar comigo.

-Nathan. Elas são mulheres, não cachorros. Você não pode pedir pra elas transarem com você.

-Tá, mas...

-Lembre-se disso.

-Senhor, o churrasco está pronto.-um funcionário interrompeu.

-Obrigado.-Nathan disse e o funcionário saiu. Uau. Ele era rico mesmo.

-Que tal fazermos mais um teste agora? Chama a Jordan e faça tudo o quê eu falar. Vou dizer as palavras chaves e você faz o que acha que tem que fazer.-falei.

-Certo.-ele respondeu. Ele chamou a Jordan e ela logo veio.

-Comida.-falei. Ele pegou uma carne e mandou ela comer um pouco. Ela comeu.

-Hidratação.-falei. Ele deu água pra ela.

-Proteção.-eu disse. Ele deu a ela um boné.

-Cuidados.-falei. Ele mandou-a esperar um pouco antes de entrar na água.

-Fim. Muito bem.-terminei.

-Ufa... Foi difícil.-ele falou.

-Mas você foi bem.

-Que bom!

Chamei Alice e fiz tudo o quê ele fez, só que melhor. A filha dele é meio gordinha, porque só come comidas que não são saudáveis e bebe muito refrigerante. Ela é igualzinha a ele... A mãe, bom... Nathan não se lembra. E muitas meninas falaram que eram a mãe, depois que nasceu. Ela nasceu, e ficou com o hospital. Entregaram ela ao Nathan e até agora não sabemos quem é a mãe. Mas eu, particularmente, acho que é a Dorrie, mas ela não quer admitir.

Eu e Alice passamos o dia lá. Fiquei preocupado com a Sam... Eu achei que ia ficar pouco tempo, mas acabei ficando bastante. A Sam sabe se cuidar, mas eu fico preocupado mesmo assim. As meninas ficaram super bem. Na fazenda, tem um campo cheio de flores, que as meninas gostam de brincar com as flores. É bem grande, e tem uma árvore com uma bela sombra. É bonito. A Alice adora. Gosta de subir na árvore, e de colocar as flores no cabelo. É coisa de criança, mas é fofinho.

De tarde, depois de nadar, e almoçar, ficamos no campo. Ficamos eu, Nathan, Alice e Jordan. Brincando. Alice gosta de cair nas flores e ficar rolando. Ou simplesmente deitada olhando o céu. É legal o jeito que ela observa essas coisas. Mas, dessa vez foi diferente. Eu deitei na grama, e ela, em cima de mim. Igual Sam fazia, quando éramos mais novos. Foi uma ótima recordação. Brincamos de pega-pega. E quando o jogo acabou, rolamos nas flores. A Alice adorou. Gosto de vê-la feliz.

No final do dia, no pôr do Sol, ficamos sentados debaixo da árvore, Jordan e Alice construiam um castelo de terra seca e flores.

Alice estava toda suja, com terra na roupa, flores no corpo todo e água de piscina no cabelo. Mas, mesmo assim, estava feliz. Nathan estava muito diferente. Também feliz. Ele havia aprendido um jeito de se divertir com a filha.

Estávamos todos felizes. Mas, antes do anoitecer, tivemos que voltar pra casa. No carro, fomos conversando.

-E aí, Alice?-perguntei.

-Eu e você estamos todos sujos, Papai!-ela disse, rindo.

-É. A Mamãe não vai gostar.

-Não mesmo.

-Mas, você gostou do dia de hoje?

-Sim! Foi muito legal!

-Foi, não é?

-Foi!

-Você conversou com a Jordan, né?

-É...

-De quê vocês conversaram?

-Ah, ela disse que o pai dela e a Jannette estão brigando muito e que acha que vai acabar.

-Espera, ela falou isso pra você?

-Falou.

-Nossa... Você precisa ensinar ela a ter mais alto astral.

-É... Ela estava meio triste.

-Percebi.

-Ela sempre está assim. Ela quer que o pai dela encontre a mãe dela.

-E ele vai.

-Eu espero...

-Eu também. Mas acho que ele vai fazer um exame e descobrir quem é.

-Vai?

-Vai. E eu tenho certeza que ela deve ser muito legal.

-É!

-Mas, e agora? Quer fazer alguma coisa?

-Não sei. Eu quero ver a Mamãe.

-Já estamos chegando em casa.

Quando chegamos, Sam estava vendo aqueles filmes românticos e dramáticos que eu odeio. Ela gosta de assistir quando fica sozinha. Mas, quando viu a gente...

-Meu Deus! O quê vocês fizeram?! Já para o banho!-ela disse.

-Também estamos felizes em te ver, querida.-ironizei.

-Ah, me desculpem, mas agora vocês estão muito sujos para abraço. Agora, banho.-ela mandou.

-Certo, Mamãe.-Alice disse e correu para o quarto.

Eu fui até Sam e dei um celinho nela. Eu estava todo sujo, menos na cara. Logo fiz o quê ela mandou. Tomei um banho.

No jantar, estávamos todos limpos. Sam pediu comida chinesa e jantamos vendo uma maratona de filmes animados, infantis, que a Alice ama. Ela espressa todas as emoções. Chora, ri... É uma doideira. Mas ela fica feliz no final de todos. É fofo, de ver.

Depois de longas três horas comendo e vendo filmes, resolvemos ir dormir. Sam colocou Alice pra dormir e depois fomos nós. Eu estava louco pra tirar uma soneca daquelas, depois de um dia como aquele.

Acordei cedo no dia seguinte. Eu tinha que ir trabalhar. Ah, que droga. Isso me dá uma baita grana preta. Eu tenho que dirigir até a empresa do meu pai toda manhã e ficar lá até as quatro da tarde. Eu fico cuidando da parte do transporte. Sempre que tem um problema, eu tenho que resolver. E sou eu quem precisa mandar transportarem uma carga pra outro lugar. Nós fazemos chips para computadores. Voltando...

Acordei, tomei uma xícara de café, coloquei uma calça e uma camisa social, e fui dirigindo até lá. Felizmente, tenho um escritório legal, e um secretário que transmite minhas "ordens". Eu não sou muito ocupado, mas tudo o quê eu tenho que fazer eu faço direito. Provavelmente, sou o empregado mais novo. E olha que foi o meu pai que me deu esse trabalho. Eu queria abrir minha própria empresa, mas meu Pai não deixou. Temos discussões todos os dias. Ele é muito estressado!

Mas, quando cheguei do trabalho, Alice estava fazendo tarefa de casa e Sam estava cozinhando um lanche da tarde. A Sam é toda cheia de mimos comigo e com a Alice. Sempre querendo nos ver confortáveis. Eu amo ela demais.

A primeira coisa que eu fiz foi tomar banho e ir falar com a Sam. Alice estava no quarto. Só dei um abraço nela e falei oi. Depois fui encontrar Sam na cozinha.

-Oi, Amor.-ela falou.

-Oi.-respondi. Cheguei e a abracei por trás, colocando as mãos em sua barriga. Demos um beijo rápido.

-Como foi o trabalho?

-Horrível, como sempre.

-Seu pai só quer o melhor pra você.

-Não quer não. Ele só quer que eu herde aquela empresa. Mas eu me pergunto porque ele não dá pra algum dos meus primos? Eu não quero.

-Zayn...

-Ah, eu cansei disso. E mesmo falando, ele começa a ficar mais bravo ainda e briga comigo.

-Querido...

-Ele briga comigo sem motivo nenhum.

-Ele só não quer aceitar que você já cresceu e é um homem completo.

-Quer sim.

-Ele quer que você fique com a empresa porque quer ficar perto de você.

-Aham, sei.

-E no dia dos pais, lembra? Vocês se deram super bem.

-É porque era dia dos pais.

-Zayn! Acredite em mim, ele ama você demais, só não está encontrando um jeito de se expressar.

-Ah, esqueça...

Quando a Alice ainda não tinha nascido, eu e Sam costumávamos nos "divertir". Mas agora, não mais. Quando falei para o Nathan disso, ele disse que eu era o mestre em me segurar.

E ele falou, que assim que dispensar a Jannette, vai chamar a Dorrie para ir lá passar alguns dias e ensiná-lo a cuidar da Jordan. Foi isso que aconteceu.

Nathan dispensou Jannette, e ela logo saiu do país. Sei lá o quê deu nela. E também, Dorrie foi passar um tempo na casa dele. Espero que dê tudo certo.

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