Pontes indestrutíveis.

'' Eu pensava que ele era o amor da minha vida, mas ai veio você com os olhos claros a boca rosada, e o seu olhar perante a mim, ai veio o primeiro beijo, a forma de amor, o eu te amo , e a cama, as decepções e por fim o '' Nós Dois '' eu não sei , mas você é totalmente diferente de mim, o diferente que me completa por inteiro, é bem difícil eu me controlar perto de você, então por favor só prometa que vai ficar pra sempre perto de mim, mesmo quando a pior coisa acontecer ''

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13. Pirralha encantadora.

Me levantei , e quanto mais eu durmo mais sono eu tenho, o sol estava bem quente então deduzi que era 12:00, me levantei lavei meu rosto e desci, Pedro jogava algo no videogame e eu fui para a cozinha,fuxiquei os armários a procura de algo para comer e nada.. Exatamente nada, como Arthur sobrevive? Fui até a sala e peguei na minha bolsa que estava jogada R$10,00 e fui vestir meu chinelo, assim que eu ia saindo ele me chamou. 

- Onde tu vai?. - Perguntou pausando o jogo e eu olhei para trás a procura dele que estava bem atrás de mim. 

- Comprar alguma coisa pra comer, você e o Arthur são desnutridos. - Falei e ele riu , e me puxou pelo braço e me sentou no sofá , vestindo uma camisa e um tênis normal e pegando a chave do carro. 

- Vamos lá na minha mãe , ela deve ter preparado alguma coisa. - Ele disse e eu me levantei e subi correndo as escadas, vesti um shorts confortável e branco não muito curto e uma blusa larguinha no ombro que cobrisse meu braço por conta da marca dos cortes, prendi meu cabelo em um alto rabo de cavalo e coloquei uma sandália normal, desci e ele estava girando as chaves enquanto eu sentia o cheiro do seu perfume exalar pela sala, ele saiu na frente e eu desliguei tudo entrei no carro dele logo depois que ele entrou, lá dentro o cheiro de cigarro era "visível" mas o perfume dele estava exalando tudo por ali. 

- Você fuma?. - Perguntei e ele me olhou e voltou a prestar atenção na rua. 

- Só quando to estressado. - Explicou e eu ri da tática dele, quando eu fico irritada bom.. eu me corto, eu acabo com minha pele e ele acaba com o pulmão dele achei uma coisa igual na gente, nos machucamos mas não damos a mínima. Ele parou o carro e saímos parando em frente a uma casa não muito grande mas nem muito pequena, era difícil ver casa pela aquela região, entramos e ele entrou na frente pegando em seu colo um filhote de labrador. 

- Bob essa é a Maria, Maria esse é o Bob. - Falou ele sorrindo e o filhote dando umas lambidas na bochecha dele seguida da minha ri e acariciei o cachorro. 

- Como se ele fosse responder, mas oi Bob.. - Falei e Pedro colocou ele no chão, uma moça que aparentava ser mãe do Pedro se aproximou dando um sorriso preocupado. 

- Não comentou que traria visitas Pedro.. - Ela disse em um tom de preocupação mas feliz por estar recebendo alguém por ali, comemos e Pedro me deixou sozinha com a Paula, eu tinha a mania de chamar ela de Senhora Paula e ela ficava me repreendendo falando para mim chamar ela só de Paula, ela é bem engraçada e ficava falando sobre os namoros dele de quando ela era pequena , e disse algumas coisas sobre Pedro do tipo que ele chupou chupeta até os 12 anos e que ele já vestiu um sutiã da irmã dele para saber como é, eu gargalhei alto com as histórias, depois eu a ajudei a arrumar tudo e a lavar a louça, fui atrás do Pedro e Paula foi descansar já que estava exausta, encontrei ele brincando com o Bob e deitado na grama, me sentei ao lado dele e fiquei apertando as "bochechas" de Bob. 

- Ele não gosta quando tu faz isso. - Pedro disse defendendo o cachorro que se escondia de mim e foi para dento de casa. 

- Gosto de irritar. - Falei e Pedro se sentou na minha frente. 

- Conte-me da sua vida gnoma. - Falou e meus nervos se revoltaram com o apelido. 

- A gnoma que você quer Pedro?. - Falei e sorri vitoriosa. 

- Sim, a gnoma que eu quero. - Falou e me deitou se colocando em cima de mim e se apoiando na grama, ele me puxou com uma mão e me fez colar em seu corpo agora sentada, segurou em minha cintura apertando a mesma e respirando ofegantemente soltando o hálito de menta que ele tinha por ali, ele fungou no meu pescoço e eu fechei os olhos me arrepiando com a sensação, ele foi tentar me beijar mas eu tomei um choque de realidade ao lembrar do Diego, o empurrei com uma mão e ele se levantou irritado. 

- Vai bancar a difícil, legal Maria, só fica sabendo que eu não vou desistir do que eu quero. - Falou ele e saiu irritado bufando e resmungando eu ri baixo disso e me joguei na grama , depois de um tempo a gente foi embora calados iguais duas estátuas, o silêncio me irrita mas até que estava sendo bom naquele momento, eu não vou ser um brinquedo de Pedro, já fui um brinquedo de Diego e eu não estou preparada para fuder minha vida toda de novo.  

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