Pontes indestrutíveis.

'' Eu pensava que ele era o amor da minha vida, mas ai veio você com os olhos claros a boca rosada, e o seu olhar perante a mim, ai veio o primeiro beijo, a forma de amor, o eu te amo , e a cama, as decepções e por fim o '' Nós Dois '' eu não sei , mas você é totalmente diferente de mim, o diferente que me completa por inteiro, é bem difícil eu me controlar perto de você, então por favor só prometa que vai ficar pra sempre perto de mim, mesmo quando a pior coisa acontecer ''

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4. On the night that everything happens 2

- Ual, isso é bem badalado. - Falei e Arthur sorriu , saí do carro e se eu me sentia bem piriguete eu estava me sentindo uma santa perto da roupa daquelas meninas.

- Olha pirralha, está do meu tamanho. - Arthur disse me segurando pela cintura, Pedro me olhou de rabo de olho e andou mais a frente, entramos e o som que se chamava Funk tocava bem alto , fazendo meus ouvidos estourarem, me sentei em uma mesa que o Arthur tinha sentado e logo uma loira olhou pra ele , e ele se levantou me deixando sozinha naquela mesa sem conhecer ninguém, Pedro tinha praticamente sumido , ou seja eu sozinha em lugar com estranhos.

- Tá sozinha branquinha. - Ouvi a voz rouca de um cara falando no meu ouvido me arrepiei , e ele se sentou na minha frente.

- Não. - Falei séria e ele sorriu maroto.

- A é? Cadê seu namorado?. - Ele perguntou dando gargalhadas  e um copo com uma bebida estranha na mão.

- Está em Londres. - Falei e me levantei , ele foi rápido e me puxou pelo braço, me encostou na parede e começou a beijar meu pescoço, eu o empurrava de toda forma possível, mas ele era bem mais forte que eu, me debati e o Pedro do nada apareceu, segurando e puxando o cara para trás , minha respiração ofegante me deixou aflita.

- Ih cara, to me divertindo sai daqui. - O outro que estava me agarrando ficou enfrentando o Pedro, que me puxou pelo braço fazendo eu tropeçar em meus próprios pés, ele saiu comigo lá pra fora e ficou encostado na parede eu fiquei olhando pro céu sem dizer nada.

- Primeira regra, nunca fique sozinha em bailes Maria. - Ele disse me reprendendo, eu o encarei e bufei.

- Eu vou saber disso? Ninguém me avisou antes. - Falei e ele se aproximou e ficou olhando meu braço e meu pescoço. - Ele não me machucou, eu quero ir pra casa. - Falei com os olhos marejados, se Pedro não tivesse chego eu não sei o que aconteceria , não sei o que seria de mim, ele respirou fundo e pegou o celular, me mandou esperar lá fora que já voltava, assim que ele voltou estava com a chave do carro de Arthur. - Como ele vai voltar?. - Perguntei.

- Ele volta pra casa só amanhã. - Ele disse como se fosse uma coisa natural, no máximo ele iria dormir na casa de alguma menina , fiquei brava mas entrei no carro na frente e coloquei o cinto , quando chegamos em casa, não trocamos nenhuma palavra ele apenas foi pra cozinha preparar alguma coisa e eu fui tomar um banho e colocar um pijama confortável, não fiquei 10 minutos na festa, me senti culpada por ter feito Pedro vir embora, desci as escadas e fui até o mesmo que comia alguma coisa na cozinha.

- Olha, se quiser voltar a festa pode voltar. - Falei coçando a nuca.

- Eu não estava com cabeça hoje para ir a nenhuma festa, foi bom eu voltar. - Ele disse sem me olhar, me sentei no sofá e coloquei no desenho, eu não sei o que estava acontecendo, eu realmente está morta de cansaço , nem parece que eu dormi a tarde inteira, me esparramei no sofá pequeno e fechei meus olhos terminando de ver a ultima imagem do Bob esponja, descansei minha alma soltando um suspiro dolorido , e dormi.

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