Pontes indestrutíveis.

'' Eu pensava que ele era o amor da minha vida, mas ai veio você com os olhos claros a boca rosada, e o seu olhar perante a mim, ai veio o primeiro beijo, a forma de amor, o eu te amo , e a cama, as decepções e por fim o '' Nós Dois '' eu não sei , mas você é totalmente diferente de mim, o diferente que me completa por inteiro, é bem difícil eu me controlar perto de você, então por favor só prometa que vai ficar pra sempre perto de mim, mesmo quando a pior coisa acontecer ''

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11. Medo.

- Tá, pra começo de conversa, mostra seus braços. - Ele disse e eu me levantei em um pulo da cama, ele continuou sentado me olhando sério. 

- Arthur.. Pra que?. - Perguntei e engoli seco, ele se levantou com a feição séria e com uma mão livre puxou para cima minha blusa dando a visão perfeita do meu braço , meus olhos já iriam começar a lacrimejar eu respirava irregularmente e ele me olhava com uma certa piedade e passava a mão pelos cabelos nervoso, eu puxei minhas mangas rápido e tampei o braço machucado. 

- Porra Maria, eu pensei que.. Tinha parado com isso desde os seus 13 anos de idade, Maria para com essa merda isso não serve para nada, você sabe muito bem que consegue.. Que pode parar com isso!. - Ele dizia em um tom de suplica, ele queria tanto quanto eu que aquelas marcas no meu braço sumissem , pude ver os olhos deles se segurarem para não soltar as lágrimas eu me odiei por fazer ele sorrir... Me apressei e abracei ele apertado e despejei minhas lágrimas em sua blusa. - Por favor, Diego é um bosta ele não deve uma lágrima sua, você está se machucando e me machucando. - Ele dizia em uma sinceridade agarrado a minha cintura. 

- Tudo bem.. Eu vou tentar. - Falei me arrependendo amargamente de ter cortado meus braços. 

- Agora outra coisa.. - Ele me soltou e agora me olhando e enxugando minhas lágrimas com o polegar. - Por favor, por favor não se entrega ao Pedro, ele é galinha eu não suportaria ver ele te magoar. - Ele dizia em um tom que já não fosse óbvio, de onde ele tirou a ideia que eu me entregaria para Pedro? Eu só.. Eu nem sei o que aconteceu a partir do momento que abracei ele, queria contar para o Arthur que mesmo eu sabendo disso tudo, alguma coisa no Pedro me faz ter as melhores sensações que eu nunca tive o prazer de sentir. 

- Eu.. Eu não sinto nada. - Falei cruzando os braços levemente e olhando para o lado a procura de um ponto para mim ficar encarando. 

- Seus olhos vacilam demais com você. - Ele disse virando meu rosto para o mesmo. - Prometa que não vai fazer isso com seu corpo. - Disse pegando em meus braços levemente e eu suspirei e novamente estava com vontade de chorar. 

- Eu.. Prometo. - Falei e ele sorriu fraco e me abraçou dando um beijo na minha bochecha, segurei em sua camisa pela cintura e apertei fortemente a mim não queria largar ele nunca mais , ele me soltou e saiu do quarto, me sentei na cama e passei as mãos nos olhos, coloquei meus pés para cima, e deitei na cama, a chuva começava a ficar forte e então eu dei um grito estrondoso quando o relâmpago passou, em um pulo a porta do quarto abriu e eu gelei de medo, Pedro estava ali me olhando assustado. 

- Caralho você me deu um susto.. - Ele disse pousando a mão souber o peito descoberto. - Tá com medo?. - Perguntou me olhando e eu me encolhi na cama e balancei a cabeça negativamente, sim eu estava morrendo de medo. - Aham.. Ok. - Ele disse rindo debochado e saiu do quarto de certo Arthur deveria estar dormindo e ele tinha o sono super pesado, o que seria difícil fazer ele acordar, outro relâmpago bateu pela janela e eu me afundei nas cobertas, no terceiro eu já estava de pé indo para o quarto do Arthur, tentei abrir a porta mas estava trancada! Droga, o corredor estava escuro e eu gelei com isso, fui em direção a porta do Pedro e abri com tudo, vendo ele apenas de cueca deitado em sua cama e assistindo nada menos nada mais do que Pornô. 

- Opa.. - Falei e ele tirou rapidamente do pornô colocando em um canal qualquer que passava bob esponja, me aninhei na cama animada com o desenho. 

- Ei, esse é meu quarto. - Adicionou me olhando ainda de boxer. 

- Idaí. - Falei e ele bufou. - To com medo vou ficar aqui, a porta do quarto do Arthur está trancada. - Falei e ele riu e balançou a cabeça se deitando na cama e indo para mudar de canal virei ficando de frente a ele e de joelhos e agarrei o controle não permitindo ele mudar de canal, ficamos em uma posição desconfortável.. Por que eu estava com minha barriga presa ao corpo dele, me afastei rapidamente mas ele segurou minha cintura e trouxe para perto dele. 

- Do que você tem medo?. - Perguntou me encarando, meu coração acelerou e eu fiquei com a respiração irregular, estávamos totalmente próximos e eu já podia sentir seu hálito de menta. 

- De nada. - Falei mentindo mais uma vez.

- É mentira, você tem medo de se aproximar de achar que eu vou fazer você como qualquer outra, de achar que eu vou usar você , apenas por que seu irmão falou aquelas coisas de mim, tudo bem ele me conhece a muito tempo mas eu me conheço mais! E sei que quando quero alguma coisa eu não desisto dela por nada, eu sempre consigo demore tantos e tantos anos. - Ele dizia olhando no fundo dos meus olhos e agora passeando as mãos pelos cabelos que ficavam acima da minha nuca. - Nunca vou desistir de ti. - Falou e eu não tive um segundo para descobrir se o que ele falava era verdade, ele me lascou um beijo adentrando com sua língua por todos lugares da minha boca, senti a corrente elétrica percorrer todo meu corpo e logo depois eu manter um equilíbrio para não deixar meu corpo desabar no dele, suguei seus lábios com uma vontade imensa de não soltar mais, passeis por toda sua boca deslizando minha mão pelo seu quadril e pela sua barriga com os os famosos "gominhos" fui contornado cada passo por ali, ele apertava mais minha cintura enquanto não me soltava e me puxava mais para ele, alguns beijos foram parar no meu pescoço e chupões também e em seguida de volta para minha boca que procurava desesperadamente pela língua dele, terminamos o beijo por falta de ar com alguns selinhos, me joguei ao lado dele e fechei meus olhos aquilo havia despertado um fogo diferente em mim e eu não correria o risco de fazer nada que me arrependesse depois, senti sua mão me abraçar pela cintura e passear pela minha barriga e logo depois uma fungada no pescoço, dormi com aquele cheiro dele em uma mistura do meu creme de Morango. 

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