Pra te fazer lembrar

Mikaella e Ketlin são apenas duas jovens comuns que sonham encontrar um amor de verdade, mas até esse amor verdadeiro chegar, elas duas vão ter que enfrentar vários golpes da vida. Mas uma questão fica no ar: Será que uma grave perda de memória irá acabar com esse amor verdadeiro?

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47. Chamada

 

Olá meus amores! Tudo bem com vocês?

O que dizer do nosso irlandês favorito está fazendo 22 anos? OMG...

Enfim, att novinha saindo e espero que gostem. E hoje é Oh no Ketlin. :)))

 

Niall POV On

Me jogo na cama com uma única preocupação: dormir. Não consumi nada de álcool essa noite e isso faz com que o sono chegue mais cedo.

Quando começo cair na inconsciência ouço uma pequena batida na porta do quarto e em seguida ouço passos próximos á mim. Não abro os olhos, deve ser apenas Zayn chegando. Volto á cochilar novamente, e quando já estou formando um sonho, uma voz familiar diz meu nome.

- Niall? - Minha atenção redobra e abro os olhos imediatamente. - Eu sei que você não está dormindo...

Quando a certeza de que conheço essa voz me atinge, me levanto em um pulo, dando de cara com familiares olhos castanhos.

- Ke-Ketlin? - Sussurro baixo, não acreditando muito no que meus olhos estão vendo - Como assim? Quando você chegou aqui?

- Shhh - ela se aproxima de mim e põe seu dedo em meus lábios - Não fala nada.

Em seguida, minha boca é tomada por seus lábios cor de carmim, seu gosto doce me desperta e só consigo pensar em matar a saudade que tenho dela, de ter ficado todos esses dias longe dos beijos, abraços e sorrisos de Ketlin.

Em apenas um gesto, agarro seu quadril e a deito no colchão, fazendo com que fique em cima de mim. Ketlin põe cada perna em um lado do meu quadril e se curva em cima de mim continuando o beijo. Apoio minhas mãos em sua bunda como pedido para que ela comesse a rebolar e é exatamente isso que Ketlin faz, começa com pequenos movimentos circulares próximo á minha pélvis e me sinto endurecer rapidamente.

Mudo de posição, ficando por cima e tomando o cuidado de não despejar meu peso todo em cima dela, me aproximo do seu ouvido e sussurro:

- Estava com saudades.

Ketlin desce sua mão que até o momento estava no meu cabelo, até a minha bochecha esquerda e me olha intensamente, com amor.

- Também senti, e muita, por que você acha que eu voltei? Não aguentava mais.

Assim que diz isso, ela puxa meu rosto e deposita um pequeno beijo nos meus lábios. Não aguento muito e intensifico o beijo, sabendo muito bem em o que isso resultaria.

Os beijos começam á ficar quente e a única coisa que consigo pensar é em meu corpo conectado ao de Ketlin, preciso disso como se precisa de ar para respirar.

Sinto seus dedos frios entrarem dento da minha camiseta e em seguida ela tenta tira-la de mim, ajudo e em segundos a peça está jogada ao lado da cama. Logo depois seus dedos trabalham para tirar meu cinto junto com a calça, vendo que Ketlin ainda está com suas roupas, resolvo tirar as delas também. Puxo seu vestido de renda preta e nos separamos rapidamente para ela se livrar da peça, que em seguida revela uma lingerie da mesma cor do vestido, caindo super bem em seu corpo e me deixando com mais tesão ainda.

- Você sabe o quão louco eu fico vendo você de preto neh?

- Especialmente para você baby - ela diz mordiscando meu pescoço e me arrepio imediatamente.

Começo á brincar com um de seus seios, ainda com sutiã e Ketlin, que está no meu colo, solta um pequeno gemido fazendo eu mordiscar ainda mais seu mamilo.

Sua mão passeia por meu peito, meu abdômen e para logo abaixo do meu umbigo. Com a cabeça ainda em seus peitos, olho para ela, que solta um pequeno sorriso malicioso para mim. Em seguida, sua mão desce até minha calça e abrindo o zíper, entra com facilidade por dentro da minha cueca. Solto um gemido assim que ela me toca e começa os movimentos de masturbação.

Sem deixa-la terminar com receio de terminar com tudo antes da hora certa, tiro a mão de Ketlin de dentro da minha cueca e retiro minhas peças de roupa. Ketlin se deita na cama esperando prontamente por mim e me embebedo pela visão de tê-la completamente entregue à mim.

- Acho que você ainda está muito vestida - Digo segundos antes de tirar seu sutiã e em seguida apoiar meu rosto em sua barriga, beijando delicadamente, e ir descendo ao mesmo tempo que tiro sua calcinha.

- Niall... - Ketlin geme com desejo, pedindo aquilo que quero dá. Me apoio nos meus joelhos e seguro meu membro preparando para penetrar-la, ao mesmo tempo em que abaixo e deposito um beijo em seus lábios vermelhos de tanto morde-los com desejo.

- Niall - Sua voz volta á dizer meu nome e me arrepio de desejo. Encosto a ponta de meu pênis nela e agora outro grito me assusta. 

- PORRA NIALL, ACORDA!!!

Me levanto rapidamente, olhando em volta e procurando desesperadamente por Ketlin. Olho para minhas roupas e vejo que ainda estou vestido, a pessoa que estava me chamando não era  Ketlin, mas sim Zayn.

- Mas que droga. Por que você estava gemendo Niall? - Zayn me olhava como se eu fosse louco, e tenho que admitir que não estava tão longe disso.

- Estava tendo um sonho ruim - digo sem olhar nos olhos dele, procuro meu celular e vejo que já é de manhã.

- Sonho ruim? Conta outra! Você está todo soado além dos gemidos serem mais para um trepada.

Zayn rir da própria piada e jogo um travesseiro nele.

- O que está fazendo acordado essa hora? Pelo o que eu saiba, hoje é sábado e uns dos dias que você mais dorme.

- Fica difícil quando seu amigo geme mais do que dorme.

Olho feio para ele, me levantando e indo em direção ao banheiro.

- Niall - Zayn me chama e olho para ele - Você podia seguir o exemplo do Liam e dá uma aliviada fora de casa.

Solto um palavrão e corro para o banheiro antes que Zayn me faça mata-lo. Claro que eu ia dar uma aliviada, só não fora de casa e sim, aqui no banheiro.

Logo depois de fazer o necessário no banheiro, volto ao quarto e Zayn está dormindo tranquilamente. Passa pela minha cabeça dar um troco nele mas decido deixar para outra hora.

Pego meu celular debaixo do travesseiro e olho a tela, nenhuma mensagem ou ligação perdida. Droga!

Olho durante alguns minutos para meu papel de parede, uma foto minha e da Ketlin se beijando preenche a tela, e uma saudade maior ainda preenche meu coração. 

Volto á pensar nas palavras do Liam na noite passada e uma certeza me invade no momento. Vou ligar para Ketlin. Se ela desligar, levo isso como um fora e se ela me atender... bom.... falarei com ela.

 

Ketlin POV On

- Mãe estou indo lá, você quer alguma coisa?

- Se tiver daqueles pãozinhos que eu gosto você pode trazer alguns para mim?

- Claro, pode deixar - Ela assente e saio em seguida para comprar um livro e em depois passar no Starbucks. Preciso muito de uma bebida daquele lugar.

 O local fica á vinte minutos de casa, o qual eu vou andando. Nada como uma boa caminhada logo de manhã e ainda mais com esse tempo fresquinho de São Paulo.

Moro em um excelente bairro aqui da cidade, mas não por ser de riquinhos ou coisas do tipo, mas apenas por ser perto de tudo, como por exemplo a livraria que vou agora, e também como um parque que é ótimo para passar um fim de tarde.

Quando chego ao Starbucks, vejo que já são 12 horas, e como bem sei, logo logo o local vai ficar cheio, então resolvo logo comprar meu café e as empadinhas para minha mãe.

Depois que faço o pedido, sento em uma mesa próxima ao balcão e fico olhando para o movimento da loja. Muitas pessoas saem e entram com uma pressa excessiva, apenas com os olhos grudados nos aparelhos celulares e muitas vezes deixando passar coisas simples.

Uma mulher com uma criança chega e logo faz o pedido, o menino se distancia um pouco da mulher, que eu acho que seja a mãe, e se aproxima de um pequeno vaso florido ao meu lado. A criança, que aparenta ter no máximo 4 anos, aponta para as pequenas flores olhando para mim como se pedisse permissão para pegar uma. Olho para o balcão, vendo que ninguém está olhando e concordo com a cabeça pegando, uma pequena flor rosa para ele.

- Pegue. Segredinho nosso - sussurro para a criança, que responde sussurrando para mim também.

- Obrigada - Ele sorri e sai ao encontro da mãe, que está discutindo com um atendente sobre algo desnecessário do salgado que pedira.

A criança puxa a saia da mãe, chamando sua atenção e mostrando a pequena flor á ela, mas tudo o que recebe em troca é um olhar gélido. O menino tenta mais uma vez mas em vão, por fim, ele joga a flor não chão e esquece completamente do gesto amoroso.

No mesmo tempo me levanto e pego a flor que o menino jogou e prendo atrás da minha orelha. A criança olha para mim e abre um pequeno sorriso.

- Eu amei, olha como ficou lindo - Mexo a cabeça, sorrindo e logo o sorriso dele também se abre.

Em seguida meu café está pronto e dou tchau para o garotinho que nem ao menos sei o nome.

Quando o atendente me entrega o café, meu celular começa a vibrar no meu bolso. Busco o aparelho e quando olho para a tela meu coração chega á boca. Não pode ser, eu devo está sonhando. Fecho e abro os olhos duas vezes mas o nome continua na tela. Niall.

Coloco meu café no balcão, sem me importar de estar atrapalhando algumas pessoas. Aperto no botão de atender ao mesmo tempo em que a ligação finaliza. Fico observando em choque a tela do meu celular e vejo que estou sem rede. A ligação deve ter caído. Resolvo retornar a ligação, até porque foi ele que ligou primeiro, eu não vou parecer uma desesperada, apenas curiosa para saber o porquê dele ter me ligado.

O único problema é que não encontro rede. Desligo e ligo o celular mas não adianta.

- Ughhh - Resmungo comigo mesma começando perder a paciência sem mais saber o que fazer.

Resolvo levantar o celular, quem sabe assim não funciona.

- Vai Deus, só mais um pouco, eu sei que vou conseguir - Nesse momento não vou ligar para alguém que me chamar de maluca - Aí, consegui - Um pequeno pontinho de rede aparece no aparelho quando estou de joelhos em uma das cadeiras do Starbucks.

Começo á discar o número de Niall de forma desajeitada do lugar onde estou. Quando enfim consigo, uma ansiedade me invade por ver o telefone chamar.

- Vai, vai, vai...

- Alô?

- Opa.... - Uma voz masculina diz por trás de mim, mas antes de relacionar tudo, já estou no chão e o celular, no outro lado da loja. 

Que perfeito Ketlin!

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