A Namorada do Justin Bieber

Alguma vez imaginou? E se fosse eu... Se eu fosse a menina certa para ele? Deixe-me mostrar-lhe como seria e deixá-la flutuando por um momento. * Esta movella foi originalmente escrita em inglês por LoveMeBabe, que deu permissão para que fosse traduzida para português por Marta Sena.

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1. Como tudo começou

- Então, você está me contando sobre esse menino, Bieber, porque...? Minha mãe me olhou com aquele olhar sério

- Porque ele parece muito simpático e ainda p’ra mais, ele é o nosso visinho e você devia conhecê-lo, mais tarde ou mais cedo.

- Não, não quero saber.

Ela me olhou arreliada (Meu Deus, como eu odeio quando ela me olha assim) e disse com secura:

- Vá, vai agora, se não.

Como  eu detesto quando ela me trata desta forma. Detesto ter discussões com ela. Não sei como lhe dizer ”Não”. E ela é a pessoa que me é mais próxima, a única em quem confio, especialmente neste momento. E depois a voz dela, agora muito mais suave:

- Olha só, a gente tem que fazer amigos, e especialmente agora que acabámos de nos mudar. Como é que é suposto sobrevivermos quando não conhecemos ninguém? A gente nem sabe onde fica o supermercado mais próximo! Por isso vai, vai conhecer os pais dele e diz-lhes que seria ótimo se pudéssemos jantar todos juntos. Está bem?

Eu sabia que ela tinha razão. Não servia de nada esconder-me . Eu não queria ser tímida para sempre. A gente era vizinhos afinal de contas. Mas e se ele não era simpático? A minha mãe podia estar enganada. Eu saí de casa. A nossa casa. Uau, era grande, mesmo grande, eu até comecei gostando da ideia. Na verdade tudo era melhor do que no nosso apartamento. Pensei no meu pai. Que saudades! Era difícil crescer sem pai. Ele morreu quando eu era ainda novinha. A minha mãe acha que eu não me lembro de quase nada, mas eu lembro-me muito bem. ”Agora concentre-se Alex! Pense em coisas agradáveis” E de repente eu não conseguia pensar em mais nada senão como se pareceria o menino da casa ao lado. Se calhar era mais novo do que eu, cabelo escuro? Ou loiro? Alto, baixo, médio? E ali estava ela – a porta grande e castanha à minha frente.

Eu toquei à campaínha. Tantos pensamentos na minha mente! E se ele era simplesmente ruim como todo o mundo nesta cidade? E se as coisas só piorassem de agora em diante? Toquei à campaínha novamente e finalmente um menino veio abrir a porta.

”É só um menino, um adolescente tal e qual eu.” pensei para mim mesmo e depois olhei novamente e, uau, ele era bem bonito, mais alto do que eu, olhos castanhos, cabelo castanho. Observei um pouco mais, dos pés à cabeça, e acho até que ele reparou porque começou sorrindo. Fiquei meio envergonhada, sorri também e finalmente a gente começou a falar!

-  Oi! – francamente, ”Oi!” eu falo como se fosse uma criancinha do infantário conhecendo novos amigos. Os meus pensamentos foram interrompidos por uma voz bem suave e agradável.

- Oi – disse ele me olhando um pouco confuso.

Depois ele estava olhando para algo atrás de mim. Quando me voltei era a minha mãe a tirar as malas do carro.

- Ah, essa é a minha mãe, a gente acaba de se mudar.

- Ah, estou vendo, mas então... sejam bem-vindas!

- Hmm, ah sim, obrigada – eu senti como uma cascata descendo o meu corpo, eu era demasiado tímida, provavelmente porque ele era o menino mais atraente que eu alguma vez tinha visto. – Pois é... eu vim só para conhecer os vizinhos, não é? Eu me chamo Alex. Foi um prazer conhecê-lo!

- Justin. O prazer foi meu.

A gente deu um aperto de mãos, eu acho que corei um pouco. Que ridículo, tanto contacto físico, não é? Acho que tenho um problema quando falo com meninos atraentes. Hahaha.

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