The Lost JEWEl

Diz-se que o amor e para sempre. Mas o amor de David e Sara vai ter muitos obstáculos a ultrapassar. Descobrir que raptaram a filha e mentiram ao dizer que tinha morrido no parto, deixa qualquer casal chocado, magoado. Será que vão David e Sara achar a sua jóia perdida....Matilde. Leiam por favor :D

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4. The hiding

No dia seguinte acordei, mas acordei cheia de dores de cabeca. Nao sei bem o que tinha.
Vesti-me, ainda me lembro uma camisa rosa e uma saia por cima azul. Umas sandálias azuis.
Arranjei o meu cabelo da melhor maneira que podia.
Depois, desci e encontrei o meu pai e minha mãe ja na mesa
" desculpem hoje estou com uma ligeira dor de cabeca" disse eu
" querida, na cozinha ha comprimidos. Querida" disse minha mãe
" eu sei nao e preciso mãe."
" bem hoje como acaba as aulas mais cedo vou busca-lá para entao irmos para a fabrica" disse meu pai mais preocupado com o trabalho claro
" sim pai claro"

E assim foi tive todas as aulas, estava a espera do meu pai com a Lolita e o tomas.
Lolita estava a falar com a mãe, tomas de repente olhou para mim mas nao dizia nada.
" que foi?" Perguntei eu
" tu de certeza que estas apaixonada por esse rapaz?" Perguntou tomas ja sabendo da historia
" acho que sim. E so o espero ver hoje." Disse eu sorrindo
" ah. Promete que tens cuidado" 
" claro. Ele nao e mau. Eu sinto" disse eu
" bem ja esta tudo preparado para a tua festa" disse Lolita saltando
" bom. Tu nao te esqueces. Ainda falta um mes" disse eu 
" ja sabes como ela e!" Disse tomas
" sim sabem e e por isso que me adoram" disse ela saltando para o nosso meio.

Nisto o meu pai chega e eu vou com ele. Feliz por talvez encontrar David. Mas por outro sentia-me a trair pessoas por estar a mentir em relação ao queres saber daquelas fabricas e assim.
" ficas mesmo pasmado a olhar para ela. Ela sabe o que faz" disse Lolita a tomas vendo-me a ir embora
" o que? Lola! Lolita espera" disse tomas correndo atras dela

Tínhamos chegado à fabrica. O meu pai entrou e toda a gente o segui e comprimentou. Eu fiquei para trás mas mesmo assim acenavam. Parecia que eu era uma estrela com toda a gente a sorrir e a cumprimentara-me. Eu olhei para todo o lado, não o via. Subia ate andares e nada. Como imaginam o meu coração parou naquele momento. Comecei a pensar a estupidez que tinha feito em ir ali, só para ver um rapaz que se calhar já se tinha ido embora. Será que eu estava a ser egoísta?

Entao que me fui sentar lá fora e continuei a pensar na loucura. Ate que o meu pai me chamou. E fui ter com ele. Começou a falar que eu era a filha dele e estava ali para aprender mais e que talvez me fosse interessar por aquilo e eu tive a certeza da asneira de ali estar.
No fundo não gostava do projecto e do que iam construir e deitar abaixo.
Naquele discurso todo, eu vi no meio daquela multidão o pai de David. Eu sabia que era o pai por causa daquela conversa que ouvi.
Depois de meu pai acabar eu fui ter com ele 
" ola, com lincensa" disse eu batendo no ombro dele
" oh ah menina Sara. Precisa de alguma coisa?" Disse ele
" por favor trate- me só por Sara" disse eu
" em que posso ajuda-lá?" Perguntou ele
" ah, o seu filho trabalha aqui não trabalha?" 
" sim. O meu David. Ele fez algum erro?" 
" não não. Ah eu queria só falar com ele.
" ah, o meu David hoje não pode vir. Ele ficou com as crianças. Não tinha mais ninguém a quem pedir. Eu tenho de dizer ao seu pai." 
" espere. Não diga nada. Ele não ira descobrir. E se descobrir eu trato desse assunto" disse eu sorrindo
" obrigada menina"
" mas eu precisava de falar muito com o seu filho. Pode me dizer o de ele esta?"
" ah. Claro menina, nos vivemos nas casas do fundo da rua. Ele esta lá" disse ele
" bem eu tenho de ir trabalhar" disse ele
" ah claro muito obrigada"

Eu fiquei contente, pois sabia onde o encontrar. Mas e para ir ate lá? 
Nao podia dizer ao meu pai. Por isso eu sai pelas traseiras sem ninguém me ver e fui ate lá. 
As casas eram muito pequenas mas todas juntas. Todo o mundo estava reunido, uns a cozinhar e outros a brincar. Eu estava fora de uma rede que tinha lá, juntamente com uma porta. Eu entrei pensava que podia. Toda a gente olhou para mim de lado talvez de eu estar tão bem vestida, não sei.
Veio ter comigo uma senhora de cor.
" precisa de alguma coisa?" Perguntou ela
" ah bom tarde. Sim eu precisava de falar com o David disseram-me que ele vive aqui" 
" sim vive. Ele esta no fundo à direita." 
" obrigada"
E fui lá eu. Quando cheguei ao fundo virei então a direita e ouço musica e miúdos a dançarem. E vi então o David.
Naquele momento estava com vergonha, mas dei um passo em frente.
Ele devia de ser um professor de dança, ou assim pois era parecia mesmo que estava a ensinar uns passos.
De repente levei com uma bola na perna
" ai" disse eu
" desculpa princesa." Disse um rapaz
Não tinha percebido, eu parecia mesmo uma princesa. Não queria muito.
No entanto David olhou para mim.
" Sara?" Disse ele vindo ter comigo
" oi" disse eu concheando
" que fazes aqui passou-se alguma com o meu pai?" Perguntou ele aflito
" ah não" olhei para ele e de seguida em volta
" então?" 
" ah eu só vim aqui para ah, dizer que o meu pai vai começar amanha a montar o material" disse eu, depois arrependi-me
" ah bom. Infelizmente" disse ele 
" pois"
" bem deixa-me acabar a aula. Eu já fali direito contigo" disse ele indo para abeira das crianças
" claro"

Fiquei tão contente de ele pedir para espera-lo para continuarmos a falar.
Sentia tanto amor por ele e ainda não o conhecia bem.
Viu-o a dar o resto da aula. E depois não e que ele me foi buscar para dançar também?
E eu fui né? Mas não dancei nada de jeito.
Todas as crianças dançaram comigo parecia que já me conheciam. Foi tão bom.
Depois de ter terminado a aula. David levou-me a uma casa que tinha na arvore. Ele subiu e eu também. Mas porque ele me levou ali? Será que ele me queria amostrar algum esconderijo?
Quando chegamos lá em cima vi tanto desenhos. Diferentes tipos de desenhos. Lindos como vocês estão a imaginar.
" uau foste tu que fizeste isto?" Perguntei eu
" sim, gostas?" Perguntou ele
" se gosto adoro, tens muito jeito" 
" senta-te. Ja es mais uma que conhece o meu divertimento" disse ele sentando-se
" uau. Tens muito jeito mesmo. E não e só para isto. Para dança também tu danças incrivelmente bem"
" obrigada. Ja faço isto desde pequeno. Desenhar e dança e uma paixão minha" disse ele
" não e uma coisa muito comum" disse eu
" posso te ter como uma amiga?" Pergunta ele olhando para mim
" claro que pergunta e essa?" Perguntei eu
" é que tu es filha do meu patrão e sei lá não acho muito normal" 
" David a serio eu não sou dessas filhinhas queridas do pai" disse eu
" ainda bem pois gostei de te conhecer" disse ele sorrindo
" voces vivem aqui todos juntos. Isto parece um pequeno bairro" perguntei eu estúpida
" e nos somos uma família muito unida" disse ele se levantando
" ah David, percebes-te mal eu.." Justifiquei-me
" tudo bem" 
Ficamos ali a olhar um para o outro, tipo paralisados.
" David estas ai?" Perguntou uma voz lá em baixo
" sim nani, estou aqui já vou." Disse David
" e melhor irmos né?" Disse eu 
" espera. Ah eu vi que tu não es muito a favor do projecto do teu pai. Eu também não." Disse ele
" pois não muito"
" queres sair, ou seja dar uma volta e falávamos melhor sobre ah isso." Disse ele sorrindo
" claro. Porque não?" Disse eu, morrendo de contentamento
E descemos. E eu despedi-me dele com dois beijinhos na cara. E fui tão contente para a fabrica. Onde de certeza que o meu pai já estava a minha procura.
" cuidado, David" disse nani
" cuidado com que?" Disse David
" ela e filha do patrão!" Disse nani
" ai nani, ela e simpática e eu também só estava a ser simpático já não se pode ser amigo de uma rapariga ah?" Disse ele sorrindo
" ela não e como nos!" Disse nani saindo 
David ficou ali olhando para ela e pensando no que nani disse.

Nani, era uma espécie de mãe do David. Uma senhora de cor escura, que trabalhava em casa. E tinha 6 filhos e tinha encontrado David sozinho numa rua com apenas 4 anos e ficou com ele. Ele adora-a. 

Cheguei a fabrica entrei na mesma pelas traseiras mas encontrei logo o meu pai. 
" onde a menina estava"
" ah fui apanhar um bocado de ar. Estava com dores de cabeça" inventei eu.
O meu pai acreditou e acabamos por ir para casa. Subi para o meu quarto e fui ate a minha varanda e sentei-me perto da piscina e fiquei ali a pensar em David. E no encontro que íamos ter no dia seguinte.

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