Ghost.

Meu fantasma é negro, está no meu espelho, reflete meu sangue que não tenho no frio do meu corpo, tenho a alma dos espectros.
Morte querida, és tu de mim os lustros eternos do fogo e do sangue, enquanto os corvos voam ao meu redor, na inexistência da lua, meu castelo em preto e branco e vermelho, chamas de velas na escadaria, o vento uivando e espalhando por lá, a poeira do meu crânio.

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1. Ghost.

Meu fantasma é negro, está no meu espelho, reflete meu sangue que não tenho no frio do meu corpo, tenho a alma dos espectros.

A Morte é minha morada, ela sangra o que não sangro, asas voando pela escuridão, o castelo se apaga, e a ventania entra espalhando a poeira do meu crânio.

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